CoordenaçÃo do curso de letras nivelamento oficina de produçÃo textual professor ozanir roberti / professora sabine mendes



Baixar 366.77 Kb.
Página3/45
Encontro17.03.2020
Tamanho366.77 Kb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   45
Eu, normalmente, leio:

Eu, normalmente, escrevo, em:

Com que frequência?

Ex: páginas de internet

Ex. e-mails, relatórios...

Ex. Duas a três vezes por semana.



















06 – Compare o tipo de leitura e escrita que você está acostumado a realizar com o que é exigido em ambientes mais formais (escola, faculdade, concursos, etc.). Quais são as diferenças?

Texto 1

Importância da Norma Culta
Diálogo difícil do professor de Português com os alunos é tentar convencê-los a falar e a escrever conforme as normas da língua culta.

Para muitos representam esses padrões uma posição das classes

dominantes e devem ser, como outras formas de opressão, abolidos, em benefício do sofrido povo brasileiro. Existe em tal argumentação uma convergência de elementos heterogêneos. Ressalve-se, de logo, que a língua, toda língua, é sempre uma propriedade coletiva, um bem socializado, um patrimônio nacional. Nenhuma classe é donatária exclusiva do idioma.

Outro engano é supor que os detentores do poder econômico sejam pessoas cultas. Podem ser ou não. Na maioria das vezes, porque adoram o bezerro de ouro ou porque se instruíram no exterior, não dominam suficientemente o vernáculo: pensam e falam como se fossem estrangeiros.

Mas a grande confusão está mesmo no entendimento deficiente do processo de comunicação. Vivendo em comunidade, todo falante é naturalmente entendido pelos parentes. Há, porém, outros estratos na vida social: a escola, a igreja, o clube, o trabalho, que proporcionam momentos informais e formais. O falante civilizado não deve se expressar, em toda parte, em momento, com a linguagem da tribo, do clã. Seria uma inadequação a ser repelida pela sociedade como um comportamento inconveniente.

Ao adestrar o estudante no manejo oral e escrito das modalidades cultas, não está o professor de Português impondo-lhe um código arbitrário, mas simplesmente habilitando-o a que, em qualquer situação, possa utilizar o extraordinário instrumento que é uma língua de civilização.

O conhecimento do idioma é então necessário como o de outras normas de convivência social. Aos direitos correspondem deveres. Se não se aceitam as normas, de educação, de higiene, de trânsito etc., o recurso é o retorno às selvas. Mas, ainda nesse caso extremo, porque o homem não vive isolado, sempre haverá alguma regra a ser seguida. O acesso à língua culta, por ser esta uma certidão de cidadania, constitui-se numa aspiração legítima.

Cumpre ao professor de Português assegurar a seus alunos esse direito.

(Jairo Dias de Carvalho)



Hora da Reflexão




Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   45


©historiapt.info 2019
enviar mensagem

    Página principal