Componente curricular


Representação e comunicação



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Representação e comunicação

Investigação e compreensão

Contextualização sociocultural

Compreender enunciados que envolvam códigos e símbolos físicos. Compreender manuais de instalação e utilização de aparelhos.

Desenvolver a capacidade de investigação física. Classificar, organizar, sistematizar. Identificar regularidades. Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o conceito de medir, fazer hipóteses, testar.

Reconhecer a Física enquanto construção humana, aspectos de sua história e relações com o contexto cultural, social, político e econômico.

Utilizar e compreender tabelas, gráficos e relações matemáticas gráficas para a expressão do saber físico. Ser capaz de discriminar e traduzir as linguagens matemática e discursiva entre si.

Conhecer e utilizar conceitos físicos. Relacionar grandezas, quantificar, identificar parâmetros relevantes. Compreender e utilizar leis e teorias físicas.

Reconhecer o papel da Física no sistema produtivo, compreendendo a evolução dos meios tecnológicos e sua relação dinâmica com a evolução do conhecimento científico.

Expressar-se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica. Apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento apreendido, por meio de tal linguagem.

Compreender a Física presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos tecnológicos. Descobrir o "como funciona" de aparelhos.

Dimensionar a capacidade crescente do homem propiciada pela tecnologia.

Conhecer fontes de informações e formas de obter informações relevantes, sabendo interpretar notícias científicas.

Construir e investigar situações-problema, identificar a situação física, utilizar modelos físicos, generalizar de uma a outra situação, prever, avaliar, analisar previsões.

Estabelecer relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana.

Elaborar sínteses ou esquemas estruturados dos temas físicos trabalhados.

Articular o conhecimento físico com conhecimentos de outras áreas do saber científico.

Ser capaz de emitir juízos de valor em relação a situações sociais que envolvam aspectos físicos e/ou tecnológicos relevantes.

305

Dê atenção aos processos de recuperação

O artigo 12 da LDB garante, no item V, que os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento. O professor que já estabeleceu contratos didático e pedagógico com os alunos, diferenciou seus instrumentos de avaliação ao longo dos bimestres ou trimestres e aproximou-se ao máximo do trabalho com competências e habilidades necessita, ainda, pensar em um processo de recuperação que permita mais um olhar para os alunos que apresentam dificuldades.

É interessante notar que os conteúdos da aula e as atitudes na sala estão intimamente ligados. O fato de o aluno não aprender uma determinada disciplina (Física, por exemplo) muitas vezes está relacionado a uma dificuldade maior que o conteúdo teórico, ou seja, às atitudes. Ajudar esse aluno a se organizar, a ter uma postura adequada em sala de aula e ter o caderno em dia com a matéria, pode ser um ótimo começo. Como pedir a ele que revise os conceitos ou que se oriente por uma atividade realizada se o professor não o orientou? Em vez de aconselhar que estude mais, o professor poderia aconselhá-lo a estudar melhor.

Acreditamos que a melhor forma de iniciar um processo de recuperação é pela autoavaliação. Professor e aluno precisam estar cientes de que, apesar de oferecidas as oportunidades, o processo de ensino-aprendizagem não ocorreu de forma satisfatória e que revisões e replanejamentos são necessários. Por questões profissionais e de maturidade, o professor está mais apto a fazer uma autoavaliação mais crítica e é capaz de compartilhar dificuldades com seus pares ou com a orientação/coordenação/ direção. Por isso, sugerimos investir mais energia na autoavaliação direcionada ao aluno.

Num primeiro momento é preciso saber como o aluno reagiu ao processo de ensino-aprendizagem. O mais importante nessa etapa é a sinceridade nas respostas. O professor poderá ter uma ideia melhor de como trabalhar com esse aluno segundo as referências trazidas pelo próprio aluno. A seguir, como sugestão, dispusemos um quadro que relaciona situações didáticas vivenciadas em um bimestre ou trimestre específicos (iniciadas sempre com um verbo para ressaltar as ações/atitudes esperadas) com as impressões gerais trazidas pelo aluno, devendo ser assinalada com um "X" a melhor opção:



306

Tabela: equivalente textual a seguir.




Catálogo: editoras -> liepem18 -> OBRAS%20PNLD%202018%20EM%20EPUB -> FÍSICA%201°%20AO%20%203°%20ANO%20-%20FTD
OBRAS%20PNLD%202018%20EM%20EPUB -> Cláudio Vicentino Bruno Vicentino Olhares da História Brasil e mundo
OBRAS%20PNLD%202018%20EM%20EPUB -> Caminhos do homem: do imperialismo ao Brasil no século XXI, 3º ano
OBRAS%20PNLD%202018%20EM%20EPUB -> Ronaldo vainfas
OBRAS%20PNLD%202018%20EM%20EPUB -> Oficina de história: volume 1
OBRAS%20PNLD%202018%20EM%20EPUB -> Gilberto Cotrim Bacharel e licenciado em História pela Universidade de São Paulo Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie Professor de História e advogado Mirna Fernandes
OBRAS%20PNLD%202018%20EM%20EPUB -> Geografia Espaço e identidade Levon Boligian, Andressa Alves 3 Componente curricular Geografia
OBRAS%20PNLD%202018%20EM%20EPUB -> Manual do professor
FÍSICA%201°%20AO%20%203°%20ANO%20-%20FTD -> Componente curricular


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