Como a Revolução 0 irá impactar as políticas fiscais dos novos governos?



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O Futuro da Regulação local

Nos últimos cinco anos, as empresas de economia de compartilhamento como o Uber, o Zipcar, a Airbnb e a TaskRabbit tiveram boas avaliações por parte do mercado e sofreram com a busca por regulação por parte das empresas concorrentes nas cidades dos Estados Unidos. As empresas de táxi, os hoteis, e outras indústrias, assim como a proteção do consumidor, os trabalhadores e os ativistas de vizinhança, têm pressionado o estado por regulamentações sufocantes, ou, até mesmo, pela proibição de novos participantes da economia de partilha. Empresas de partilha têm lutado usando sua popularidade com os consumidores e pressionando pela liberdade de operar o mais amplamente possível, sem interferência governamental. Mas até agora, tanto os participantes quanto os observadores destas "guerra de partilha" confiaram numa hipótese: se as empresas de compartilhamento ganharem essas lutas, seu futuro será em grande parte livre da regulamentação governamental. Os governos locais tentarão ou tornar tais serviços ilegais ou deixá-los operar sem regulamentação. Mas esta suposição é quase certamente errada. Se as empresas de compartilhamento continuarem lutando pelo direito de operar (e tudo indica que irão), é improvável que as cidades e estados irão ignorá-los. Ao invés disso, os estados devem enxergar as economias de partilha como empresas iniciantes, importantes e permanentes nos setores onde atuam e para tal, os governos devem adotar um tipo de estratégia reguladora mista, levando em conta que as empresas de compartilhamento possuem traços importantes, como o de propriedade aos operadores de taxi incumbentes. Usando as ferramentas de aglomeração e a escolha pública, este artigo esboça o futuro de tais Regimes políticos.

Especificamente, os governos locais e estaduais adotarão as seguintes políticas, além de insistir em proteção do consumidor / incumbentes:


(1) subsidiar as empresas de compartilhamento para incentivar a expansão de serviços que produzem bens públicos, excedente substancial do consumidor e / ou minimize a necessidade de regulamentação do mercado imobiliário;



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