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ABSTRACT

Objective: To standardize the investigation and clinical management of women with laboratory and/or clinical abnormalities suggestive of thrombophilia, in order to optimize antithrombotic approach and indication of laboratory tests. Methods: A discussion was carried out among 107 physicians (gynecologists/obstetricians, hematologists and vascular surgeons) present at a forum held at the Hospital Israelita Albert Einstein, in São Paulo (SP), Brazil. As a minimum criterion, 80% agreement was established in the voting to each recommendation of conduct in the final document. The cases in which there was agreement below 80% were discussed again, reaching a consensual agreement of conduct for the document writing. Results: We reached a consensus of guidelines developed in an interdisciplinary way for investigation and prevention of thromboembolism in women. Conclusion: The standardization of an institutional consensus of suggestions of clinical approach contributes to a better management of the group to be evaluated and minimizes risks of intercurrent events. This was the first national consensus on the investigation of thrombophilia in women.

Keywords: Thrombophilia; Antiphospholipid syndrome; Venous thromboembolism; Pregnancy; Abortion, habitual; Pregnancy complications; Contraception; Venous thrombosis

INTRODUÇÃO

A trombofilia é definida como tendência à trombose decorrente de alterações hereditárias (deficiência de proteína C, S e antitrombina III; mutação do fator V de Leiden − FVL; e mutação do gene da protrombina) ou adquiridas da coagulação (síndrome antifosfolípide), que levam a estado pró-trombótico, o qual predispõe a tromboses venosas ou arteriais. A etiologia da trombose (oclusão arterial ou venosa do vaso sanguíneo por um coágulo) é multifatorial, e a presença de uma alteração laboratorial genética ou adquirida de trombofilia é apenas um dos muitos fatores que determinam seu risco, tendo pouca prevalência na população geral, conforme demonstrado na tabela 1. Obesidade, uso de hormônios, cirurgia, longos períodos no leito, viagem de avião de longa distância, câncer, tabagismo e gravidez são fatores que aumentam o risco trombótico de forma independente.(1)



Tabela 1. Prevalência de trombofilia e risco relativo estimado para diversas manifestações clínicas(1)







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