Cláudio Vicentino Bruno Vicentino Olhares da História Brasil e mundo


Forças legalistas de 1932 e a resistência paulista



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Forças legalistas de 1932 e a resistência paulista

LEGENDA: Organizado pelo autor.

FONTE: Arrecadação de ouro para a Revolução, na Praça do Patriarca, na cidade de São Paulo, 1932.

FONTE: Banco de imagens/Arquivo da editora

FONTE: Acervo Iconographia/Reminiscências

Leituras

Boxe complementar:

Muitas das diversas publicações existentes sobre a Revolução Constitucionalista apresentam uma versão heroica dos fatos. Leia a seguir algumas observações do historiador Marcelo Santos de Abreu sobre esse assunto.

A Revolução Constitucionalista além dos memorialistas

É certo que a Revolução Constitucionalista não foi um movimento da "plutocracia" apenas, ou da "oligarquia", mas esteve muito longe da unanimidade que atravessava "todas as classes sociais" pretendida por seus memorialistas. Da mesma forma, [...] a "união sagrada dos paulistas" não era apenas a unidade em torno de um "ideal", mas uma coalizão das frações da classe dominante ou das facções da elite política tão débil quanto aquela que levara Getúlio Vargas ao poder em 1930. De fato, a história representada no memorialismo aproxima-se do mito uma vez que insistia em ressaltar a coesão social resultante de uma crise.

Glossário:

plutocracia: sistema de governo em que o poder é exercido pelo grupo mais rico. O termo vem do grego (ploutos: 'riqueza'; kratos: 'poder').

Fim do glossário.

Esta análise preliminar do memorialismo revolucionário e da historiografia crítica torna evidente que a produção da história em qualquer registro é análoga à dinâmica da memória social, feita de lembrança e esquecimento. E que a preocupação de narrar, mobilizando os recursos da memória para configurar um testemunho ou da razão para elaborar uma interpretação crítica dos acontecimentos socialmente relevantes, é feita de menção e silêncio.

ABREU, Marcelo Santos de. A Revolução Constitucionalista de 1932: memorialismo, historiografia, produção do silêncio. Disponível em: http://revistadiscenteppghis.files.wordpress.com/2009/05/marcelo-abreu-a-revolucao-constitucionalista-de-1932_-memorialismo-historiografia-producao-do-silencio.pdf. Acesso em: 30 mar. 2016.

Fim do complemento.


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OBRAS%20PNLD%202018%20EM%20EPUB -> Geografia Espaço e identidade Levon Boligian, Andressa Alves 3 Componente curricular Geografia
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