Clopidogrel Acetylsalicylic acid Zentiva, inn-clopidogrel + Acetylsalicylic acid



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5.3  Dados de Segurança Pré-Clínica 

 

Clopidogrel: Durante a fase de estudos não clínicos executada em ratos e babuínos, os efeitos mais 



frequentemente observados foram alterações hepáticas. Estes ocorrem com doses pelo menos 25 vezes 

superiores ao nível de exposição humana, com uma dose de 75 mg/dia, e foram uma consequência do 

efeito nas enzimas metabolizantes hepáticas. Não se verificou efeito nas enzimas metabolizantes 

hepáticas em seres humanos, em indivíduos submetidos a uma dose terapêutica de clopidogrel. 

 

Para doses muito elevadas, foi referida, para o rato e para o babuíno, uma baixa tolerância gástrica ao 



clopidogrel (gastrite, erosões gástricas e/ou vómitos). 

 

Não houve quaisquer evidências de efeito carcinogénico com a administração de clopidogrel durante 



78 semanas a ratinhos e durante 104 semanas a ratos, quando administrado a doses até 77 mg/kg por 

dia (o que representa uma taxa de exposição pelo menos 25 vezes superior à exposição verificada em 

seres humanos que receberam a dose clínica de 75 mg/dia). 

 

O clopidogrel foi testado numa gama de estudos de genotoxicidade in vitro e in vivo, onde demonstrou 



não possuir atividade genotóxica.  

 

Não foi observado qualquer efeito do clopidogrel na fertilidade do rato macho e fêmea, e também não 



se revelou teratogénico quer no rato quer no coelho. Quando administrado no rato em amamentação, o 

clopidogrel causou um ligeiro atraso no desenvolvimento da ninhada. Estudos específicos de 

farmacocinética, efetuados com clopidogrel marcado radioactivamente, mostraram que o composto de 

origem ou os seus metabolitos são excretados pelo leite. Consequentemente, um efeito direto 

(toxicidade moderada), ou um efeito indireto (alterações de paladar), não podem ser excluídos. 

  

Ácido acetilsalicilico: Estudos de dose única mostraram que a toxicidade oral do AAS é baixa. 



Estudos de toxicidade de dose repetida mostraram que níveis superiores a 200 mg/kg/dia são bem 

tolerados em ratos; os cães são mais sensíveis talvez devido a elevada sensibilidade dos caninos aos 

efeitos ulcerogénicos dos AINE’s. Não foram encontradas quaisquer questões preocupantes quanto à 

genotoxicicdade ou clastogenicidade com o AAS. Apesar de não terem sido realizados quaisquer 

estudos formais de carcinogenicidade com o AAS, demonstrou-se que não é um promotor tumoral. 

 

Os dados de toxicidade reprodutiva mostram que o AAS é teratogénico em vários animais de 



laboratório.  

 

Em animais, a administração de um inibidor da síntese das prostanglandinas mostrou resultar no 



aumento da perda pré e pós-implantação e na letalidade embrio-fetal. Além disso foi notificado em 

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