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TÍTULO: A EXPERIÊNCIA HUMANA COMO ESTRATÉGIA: O JOGO COMO COMUNICAÇÃO & A COMUNICAÇÃO COMO JOGO



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2012
TÍTULO: A EXPERIÊNCIA HUMANA COMO ESTRATÉGIA: O JOGO COMO COMUNICAÇÃO & A COMUNICAÇÃO COMO JOGO

AUTOR: Bruno Sérgio Franklin de Farias Gomes

ORIENTADORA: Maria da Conceição X. de Almeida

Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais – 2012


Na interface Ciências Sociais e Comunicação a dissertação expõe uma discussão sobre a Comunicação Social como área de conhecimento e discute as bases fenomenológicas da produção de significado utilitário sobre o mundo. Para dar conta dessa reflexão tem-se como referência o filme Slumdog Millionaire? (Quem quer ser um milionário?) do diretor Danny Boyle. A comunicação é vista neste ensaio por intercruzamentos de caminhos e nós que se assemelham a um rizoma onde cada construção de sentido, cada palavra que ganha significação representa diversas ligações a um desses nós sistêmicos. A dissertação tem como interlocutores principais Claude Lévi-Strauss, Edgar Morin, Jean-Marie Pelt, Norval Baitello Junior e Vilém Flusser, entre outros.

TÍTULO: A RESSOCIALIZAÇÃO DO DETENTO POR MEIO DA EDUCAÇÃO E DO TRABALHO

AUTOR: Andréa Carla Alves de Oliveira

ORIENTADORA: Margarida Maria Knobbe

Monografia – Graduação em Direito – 2012 (Faculdade Estácio de Natal)
A presente monografia, ancorada nos pressupostos da criminologia crítica (BARATTA; BATISTA; CARVALHO; MORIN), aborda um tema bastante discutido pela sociedade: a ressocialização do detento por meio da educação e do trabalho. Apresenta em seu conteúdo a definição de crime; trata a violência como consequência do crime; o que estabelece a Constituição de 1988 com relação à função do Estado de planejar e executar uma política de segurança pública efetiva e o direito do cidadão de ter segurança; a violência oriunda do crime e a violência exercida pelo Estado; o Direito Penal como instrumento de controle social repressivo do Estado diante do infrator; a função social da prisão de acordo com a lei e a sua realidade, considerando a falência do sistema carcerário no Brasil; a ressocialização e a sua pertinência com o princípio da Dignidade da Pessoa Humana e o problema da reincidência; os programas de ressocialização desenvolvidos no RN (APAC e Começar de Novo). A pesquisa em tela aborda a educação como instrumento de mudança, ressocialização de fato e de direito.
TÍTULO: EÇA DE QUEIROZ E A COZINHA BURGUESA. LITERATURA E ALIMENTAÇÃO

AUTOR: Michelle Medeiros

ORIENTADOR: Alex Galeno

Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais – 2012


Utilizar a literatura para problematizar o tema da alimentação, propriamente a cozinha burguesa, foi o propósito deste trabalho. Comocorpus, utilizamos uma das obras de Eça de Queiroz, A cidade e as Serras. Serviram como referenciais teóricos o conceito de cozinha universal de Claude Lévi-Strauss, além daquele apresentado pelo sociólogo Jean Claude Fischler que a compreende como um sistema cultural alimentar que comporta representações, crenças e práticas de um grupo específico. Após a leitura inicial do romance e construção de um arquivo com informações gerais sobre a obra, espacialidades para elaboração de um material de análise foram assim pensadas a priori: a obra, personagens, comidas, intelectuais e geografias. Percebemos a cozinha como um epicentro para a compreensão da cultura de um grupo específico: neste caso, o burguês. Propusemos um modelo quaternário para sistematizá-la: a cozinha burguesa é aquela que põe em relevo a técnica, que tem afeição por aquilo que é raro e/ou caro apesar de consumi-lo com temperança, que estabelece uma nova relação com o uso do tempo e que, por fim, inaugura o ritual que envolve frequentar restaurantes e cafés. O exercício de pensar a cozinha burguesa por meio da literatura sugere que esta possa produzir na formação de nutricionistas a ampliação de suas capacidades de compreensão do objeto complexo com o qual lidam em sua profissão: a alimentação.

TÍTULO: ENSINAMENTOS DO BARRO: CONVERSAS COM FRANCISCO BRENNAND

AUTOR: Rosane Felix Ferreira

ORIENTADORA: Wani Fernandes Pereira

Dissertação de Mestrado em Educação – 2012
O conceito de paisagem, caracterizado pela colaboração de diferentes domínios cognitivos, perpassa campos disciplinares e formas de estruturar a produção de conhecimento por meio da Arte. Para Cauquelin (2007), a representação ocidental do olhar paisagístico é sempre um olhar estético que indica uma conexão inseparável da forma percebida com a forma sentida. Esse olhar estético recorda ao homem sua condição bioantropológica. Nesse sentido, compreendo que uma paisagem se apresenta como um meio em que o humano pode exercer sua singularidade poética, transitando, assim, por campos ou camadas de conhecimentos diversos capazes de ampliar sua visão rearticuladora do mundo. Motivada por essa percepção, escolhi como campo empírico o Museu Oficina Cerâmica Francisco Brennand, em Recife/ PE. O objetivo da pesquisa é ampliar as relações conceituais entre paisagem e representação, no sentido de privilegiar a imaginação criativa. Tomei a paisagem como uma metáfora e como um operador cognitivo, imprescindíveis à aprendizagem da condição humana. Compartilhar estratégias ao mesmo tempo complementares e recíprocas é o que propõem Almeida (2009) e Morin com vistas a religar cultura cientifica e cultura humanística, numa metodologia mestiça e bricoleur que é necessária a uma reforma do pensamento que leva em conta o devaneio da matéria proposta por Bachelard (2008).

TÍTULO: JORNALISMO CULTURAL EM TEXTO, IMAGEM E COR

AUTOR: Gustavo Leite Sobral

ORIENTADORA: Josimey Costa da Silva

Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais – 2012
O tema deste trabalho é o Jornalismo Cultural. Uma apresentação e discussão de temas pertinentes ao jornalismo especializado em cultura nas páginas do jornal diário. A partir da leitura de alguns jornais, se traça considerações gerais acerca dos caminhos do jornalismo e dos estudos sobre jornalismo com o objetivo de apresentar o jornal que hoje se produz no Brasil, em texto, imagem e cor. O resultado é a descoberta do jornal como forma, desde o texto, escolhas lexicais e sintáticas, passando pelas imagens, composição, escolha e determinação da pauta, ao arranjo destes elementos na página, em respeito ao projeto editorial de diagramação. A conclusão a que se chega que há vários “eus” que governam o jornal diário, e que fazem o jornalismo cultural inovador, porta de entrada às mudanças no jornalismo.

TÍTULO: JUVENTUDE E CONSUMO EMOCIONAL NAS REDES SOCIAIS DA INTERNET. Análise das marcas: Coca-Cola, Pepsi, BlackBerry, Nokia, Riachuelo e C&A

AUTOR: LEONARDO HENRIQUE SOUSA XAVIER

ORIENTADOR: Alex Galeno

Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais – 2012
Em “A felicidade paradoxal”, Gilles Lipovetsky elege cinco grandes modelos paradigmáticos que comandam a inteligibilidade do prazer e da felicidade em nossas sociedades. A partir dos modelos paradigmáticos “penía” (onde é ressaltada a insatisfação existencial – suprida pelo consumo – e onde a publicidade ocupa um lugar especial, bombardeando os consumidores e criando necessidades de consumo, além de vender um estilo de vida e não mais os produtos em si), e “narciso” (modelo construído na base da exaltação do eu e abdicação do social e político) pretende-se analisar a relação existente entre o consumo exercido pelos jovens e a publicidade exibida nas redes sociais na internet, com foco na mídia social Facebook, observando as páginas virtuais das seguintes marcas: Coca-Cola; Pepsi; BlackBerry, Nokia, Riachuelo e C&A e suas relações com seus consumidores.

TÍTULO: LAGOA DO PIATÓ: A EDUCAÇÃO COMO UMA OBRA DE ARTE

AUTOR: Ivone Priscilla de Castro Ramalho

ORIENTADORA: Maria da Conceição X. de Almeida

Dissertação de Mestrado em Educação – 2012

 

A partir da concepção da educação como uma obra de arte, a dissertação traz à tona os estudos realizados em uma escola da comunidade de Areia Branca Piató, na Lagoa do Piató em Assu-RN. Como uma forma de fazer dialogar conhecimentos científicos e saberes da tradição, a pesquisa estabelece a troca de saberes e afetos, principalmente por meio do intelectual da tradição Francisco Lucas da Silva. Para construir um ‘conhecimento pertinente’, aquele que está inserido num contexto, conforme Edgar Morin, busca-se aqui a compreensão de uma pedagogia viva e da imaginação. A dissertação teve na Lagoa um laboratório vivo para pensar um ‘ensino educativo’ e para exercitar o pensamento complexo. A partir de estudos e pesquisas anteriores pude organizar o que considero se constituir em constelações de saberes que permitem dar continuidade a esse eixo de pesquisa que se iniciou desde 1986 no Grupo de Estudos da Complexidade – GRECOM. A pesquisa teórico-prática teve por centralidade o desenvolvimento de oficinas por meio da temática da água com alunos do ensino fundamental multisseriado, e com a participação ativa das duas professoras da comunidade de Areia Branca Piató. Foram desenvolvidas experiências que contemplaram a visão sistêmica da natureza, as fotografias, os ateliês, as aulas-passeio, a arte de educar, a narração de histórias, e principalmente os ensinamentos do intelectual da tradição Francisco Lucas da Silva.



TÍTULO: TORTURA: UMA PRÁTICA DESUMANA EM NOSSA SOCIEDADE

AUTOR: Dennis Stefanini Galvão Aguiar

ORIENTADORA: Margarida Maria Knobbe

Monografia – Graduação em Direito – 2012 (Faculdade Estácio de Natal)

Esta monografia analisa o conceito de tortura. O caminho percorrido tem início com as trilhas da tortura nas histórias das nações. Parte-se do Período das Trevas, passando pela Lei do Talião até os conceitos de tortura que circulam atualmente nas várias esferas do Direito e da ciência, tendo como base uma breve análise do torturado e do torturador. No Brasil, destaca-se a prática de tortura no período da Ditadura Militar, quando se tornou política oficial do governo através do AI-5. Os maiores casos de tortura na atualidade são retratados nas prisões, tendo como embasamento teórico a obra de Michel Foucault Vigiar e punir: história da violência nas prisões. A finalização do trabalho tem como enfoque os casos ocorridos no Rio Grande do Norte e o papel da política estadual no tocante a essas questões, o que já foi feito e o que ainda é preciso fazer para termos um Estado de igualdade, respeito e valorização do direito do próximo. Para a construção do combate à tortura, tem-se como base a Convenção Internacional para prevenir Tortura.



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