Capa do catálogo catálogo: teses, dissertaçÕes e monografias natal 2012


TÍTULO: CÂMARA CASCUDO: NOS LIMITES DA ETNOLOGIA E DA LINGUAGEM, “A ODISSEIA DO ALFAIATE DE PALMARES DA ACRÓPOLE À NAU CATARINETA”



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1996
TÍTULO: CÂMARA CASCUDO: NOS LIMITES DA ETNOLOGIA E DA LINGUAGEM, “A ODISSEIA DO ALFAIATE DE PALMARES DA ACRÓPOLE À NAU CATARINETA”

AUTOR: José Albério de Almeida

ORIENTADORA: Maria da Conceição X. de Almeida

Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais - 1996

 

Este trabalho enfoca a obra publicada do folclorista Luís da Câmara Cascudo (1898-1986). O objetivo da pesquisa é explorar as regiões do mito, do imaginário e das representações. Do ponto de vista dos métodos e da economia das bibliotecas, trata-se de uma pesquisa na história cultural do Rio Grande do Norte, ou, na concepção do filósofo Michel Foucault, de uma história arqueológica das ideias. No quadro teórico, insere-se nas teorias da linguagem e na “fertilidade” do pensamento francês a partir dos anos sessenta. O pesquisador selecionou um corpus de leitura para fins dos procedimentos de descrição arqueológica, incluindo “Alma Patrícia”, “Vaqueiros e Cantadores”, “Literatura Oral”, “Canto de Muro”, “Meleagro”, “Anúbis”, entre outras. Em contrapartida às leituras bibliográficas de Mamede e leituras sociológicas nos anos cinquenta, o autor trabalha com a hipótese de campo unificado dos saberes e das contraciências da psicanálise, etnologia e ciências da linguagem.


TÍTULO: O HERMENEUTA: UMA INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE SI.

AUTOR: Marcelo Bolshaw Gomes

ORIENTADORA: Maria da Conceição X. de Almeida

Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais - 1996

 

Uma antiga lenda conta que quatro grandes rabis (Akiva, Bem, Zoma e Aher) no século II se dedicaram aos estudos esotéricos e “entraram no paraíso”. A história afirma que “um deles viu e morreu; o segundo viu e perdeu a razão; o terceiro viu e corrompeu-se. Só o rabi Akiva entrou e saiu em paz”. Por analogia, pode-se dizer que a palavra mata; o símbolo enlouquece; o exemplo perverte e apenas o arquétipo permite entender a linguagem. O método hemenêutico é uma parte da fenomenologia que se destina ao estudo do simbólico. Ele consiste em quatro leituras complementares de um mesmo fenômeno: a primeira objetiva e impessoal observa e descreve o acontecimento; a segunda leitura é uma interpretação dos referentes subjetivos e pessoais; a terceira é intersubjetiva e interpessoal, contrastando diferentes interpretações do evento e, finalmente, a quarta e última leitura transpessoal e trans-subjetiva em que o sentido experencial da linguagem é reconcebido e ressignificado. O presente trabalho observa como um método de decifração hemenêutica pode ser aplicado a diferentes temas sempre enfatizando a relação do lógico com o simbólico. Para tanto, a construção das noções ‘Signo’, ‘Símbolo’, ‘Paradigma’ e ‘Arquétipo’ se constituem em importante chave para discutir e entender diferentes níveis metodológicos de decifração. A dissertação argumenta ainda que, mais que um conjunto de leituras e procedimentos técnicos sobre decifração de códigos, a hermenêutica é um método que estuda as relações humanas a partir de sua experiência precognitiva, com uma ênfase especial no simbólico e na compreensão de Si.


 TITULO: RETALHOS DA CIDADE: REVISITANDO CAICÓ

AUTOR: Eugênia Maria Dantas

ORIENTADORA: Maria da Conceição X. de Almeida

Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais - 1996

 

A dissertação toma como temática a cidade e como referência Caicó. A perspectiva é entendê-la a partir de uma multiplicidade discursiva, configurando uma leitura hipertextual e polifônica do espaço citadino. Essa construção se aporta, fundamentalmente, na ideia de hipertexto tomada como metáfora e a noção de polifonia, sugestões advindas de Pierre Lévy e Massimo Canevacci, respectivamente. Assim, a percepção do espaço citadino expressa os múltiplos registros que vão compondo a sua cartografia, resultante de uma interação ativa entre o sujeito que a habita e a estrutura circundante. Nesse sentido, o caleidoscópio de linguagens a partir do qual lemos a cidade privilegia o campo de confluência imagético-discursiva expresso por depoimentos, fotografias, jornais, mapas, crônicas, que “bricolam” peças do quebra-cabeças mnemônico do espaço citadino tempo se apresenta como uma categoria indeterminada, pois os indivíduos contarão a cidade pelas imagens que eles têm do passado atualizando-as no presente, constituindo-se, neste processo, uma dinâmica onde seja possível perceber a dialógica entre a história da sincronia e diacronia da memória. A cidade é aqui entendida como um campo aberto às diversas inscrições que os indivíduos imprimem ou reconstroem cotidianamente. Nesse contexto, a constituição da cidade é um artefato que expressa simultaneamente as contradições e complementaridades, redutos da cognição humana.




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