Caminhos do homem: do imperialismo ao Brasil no século XXI, 3º ano


Indicadores sociais de Cuba na década de 1990



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Indicadores sociais de Cuba na década de 1990

Expectativa de vida ao nascer

76 anos (1996)

Mortalidade infantil

10 para cada 1 000 (1996)

Mortalidade de menores de 5 anos

10 para cada 1 000 (1996)

Consumo de calorias

135% do mínimo necessário (1988/1990)

Número de médicos

518 para 100 mil habitantes (1993)

Acesso à água potável

93% da população têm acesso (1990/1996)

Porcentagem de pessoas alfabetizadas

96% (1995)

Professores de educação primária

1 para 14 estudantes (1995)

Fonte: ENCICLOPÉDIA do mundo contemporâneo. São Paulo: PubliFolha; Rio de Janeiro: Terceiro Milênio, 2000. p. 236.

Atualizando alguns dados que constam desse quadro, tem-se a seguinte situação no princípio do século XXI, conforme o Relatório de Desenvolvimento Humano 2004, documento elaborado pela ONU:

• Expectativa de vida ao nascer: 77 anos (2002).

• Mortalidade infantil: 7 para cada 1 000 (2002).

• Porcentagem de pessoas alfabetizadas: 97% (2002).
Página 88

A desagregação da União Soviética, conforme se destacou, determinou, também, o fim dos subsídios e dos recursos financeiros que a antiga potência fornecia a Cuba, trazendo sérias dificuldades à ilha (desabastecimento de produtos agrícolas, escassez de combustíveis, fechamento de fábricas, falta de peças de reposição etc.). Estima-se que os subsídios anuais alcançavam a cifra de US$ 6 bilhões.

Diante dessas dificuldades, que já eram percebidas antes mesmo da desintegração final do bloco socialista, Fidel Castro afirmou:

Haja o que houver, continuaremos lutando pelo socialismo e pelo comunismo. Não creio que ficaremos sozinhos, mas mesmo que fiquemos e formos os últimos, não desanimaremos nem um minuto, nem um instante.

Nosso partido jamais deixará de se chamar Partido Comunista de Cuba [...] Existem dois tipos de comunistas: os bons e os maus, segundo a definição do imperialismo, e estamos entre os maus. Somos maus porque somos incorrigíveis, porque não nos colocamos a jogar com o capitalismo.

(ESTADO DE MINAS, 31 out. 1989).




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