Caminhos do homem: do imperialismo ao Brasil no século XXI, 3º ano


Páginas 156-157 (Atividades finais - Revendo o capítulo)



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1. A expressão “Primavera Árabe” foi utilizada para designar uma série de movimentos e manifestações populares que se iniciaram em dezembro de 2010, na Tunísia e, rapidamente, atingiram vários países do Oriente Médio.
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2. A Primavera Árabe ganhou força graças à capacidade de mobilização popular e às denúncias feitas por meio de redes sociais, uma vez que a internet retira dos regimes não democráticos a capacidade de controlar a informação.

3. Apesar da euforia inicial que se seguiu à queda do ditador Hosni Mubarak, de promessas de atendimento das demandas populares e de liberalização política, ocorreu um retrocesso político. Em maio de 2014, um referendo disfarçado de eleição coroou o marechal reformado Abdel Fattah al-Sissi para o cargo de presidente. O militar apresentou-se como a solução dos problemas do país, mas a sua chegada ao poder representou o início da reconstrução do regime que pareceu ter sido derrubado em 2011. A partir de então, a ditadura egípcia passou a ter uma configuração diferente, mas continuou carregando dentro de si os germes da instabilidade: o autoritarismo, a repressão às manifestações populares e a incapacidade dos “novos governantes” de lidar com os graves problemas econômicos e sociais do país.

4. A população da Síria, embora majoritariamente muçulmana, como a de outros países da região, é caracterizada por divisões étnicas, sectárias e religiosas, o que fragiliza a sua unidade nacional.

5. A guerra civil na Síria, em outros países do Oriente Médio e em países africanos que possuem múltiplas motivações (emergência de fronteiras artificiais, grupos radicais extremistas, existência de regimes autoritários, perseguição às minorias étnicas e religiosas etc.); a busca por melhores condições de vida e de trabalho diante da miséria e da falta de reais perspectivas em seus países de origem.

6. A reação da população europeia em relação ao fluxo crescente de refugiados tem sido ambígua: por um lado, ele vem despertando solidariedade de amplos segmentos da sociedade; por outro, grupos xenófobos e de perfil neonazista vêm manifestando intolerância, não raramente por meio do preconceito e da discriminação aos imigrantes, além de atos de violência.

7. Vítimas da exclusão social e da falta de oportunidades, os jovens descendentes de imigrantes muçulmanos em países tornam-se “presas fáceis” à ideologia radical islâmica e se transformam em “lobos solitários”. Muitos deles acabam participando de “células terroristas”, responsáveis por atentados nos próprios países europeus.


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