Caminhos do homem: do imperialismo ao Brasil no século XXI, 3º ano



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DISCUTINDO A HISTÓRIA

Muitos habitantes do “Velho Mundo” tinham a sensação de que a Europa teria o domínio definitivo sobre todos os continentes. Predominava uma aparência de tranquilidade, de modernidade presente em todos os campos da vida humana, impulsionada inclusive por uma revolução no campo das comunicações: a fotografia, o telefone, o telégrafo, o cinema, o automóvel e o avião tornavam-se realidade. Havia uma crença indestrutível no poder do ser humano e da ciência.

O acesso por parte dos setores burgueses da sociedade ao consumo de bens e serviços em uma escala sem precedentes reforçava, no espírito de muitos, a ideia de que a felicidade podia ser alcançada e a crença no progresso ilimitado e sem fronteiras também. Não por acaso, esse período, que se estendeu até 1914, ficou conhecido pela expressão Belle Époque.

A seguir, é apresentada uma fonte iconográfica. Trata-se de uma pintura de Henri Toulouse-Lautrec (1864-1901), artista francês que soube, como nenhum outro, retratar o mundo da Belle Époque.

Neste quadro, de 1890, intitulado Baile no Moulin Rouge, pode-se observar a efervescência contagiante de uma época.

Para a historiadora francesa Michelle Perrot (1991, p. 589), essa época representou um momento também contraditório, uma vez que “as sementes que levariam o mundo a uma guerra de dimensões sem precedentes já estava germinando”.



Museu de Arte da Filadelphia (EUA).



Baile no Moulin Rouge (1890), de H. Toulouse-Lautrec. Óleo sobre tela, 115,5 cm × 150 cm.

Em fins do século XIX, o bairro de Montmartre, em Paris, havia se tornado um centro de diversão no qual se encontravam intelectuais, artistas, aventureiros, dançarinas, prostitutas e ricos burgueses. A vida noturna do bairro tornou-se ainda mais intensa a partir da inauguração do Moulin Rouge, em outubro de 1889. Tratava-se de uma casa de espetáculos luxuosa, em cuja entrada havia um enorme moinho de vento pintado de vermelho.


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A seguir, é apresentado um texto da historiadora Michelle Perrot.




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