Caminhos do homem: do imperialismo ao Brasil no século XXI, 3º ano



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Sabendo um pouco mais

A seguir, é apresentado um texto no qual o autor ressalta o papel das oligarquias e os mecanismos de controle social estabelecidos por essas no contexto das eleições na “República Velha”.



Professor, sugira aos estudantes que avaliem os impactos do federalismo no cenário político da República Velha.

A república e os novos atores políticos

O federalismo implantado pela república em substituição ao centralismo imperial criou um novo ator político com amplos poderes, o governador de Estado. O antigo presidente de província, durante o Império, era um homem de confiança do ministério, não tinha poder próprio, podia a qualquer momento ser removido. O governador republicano, ao contrário, era eleito pelas máquinas dos partidos únicos estaduais, era o chefe da política estadual. Em torno dele, se agrupavam as oligarquias locais, das quais os coronéis eram os principais representantes.

CARVALHO, J. M. de. Pontos e bordados: escritos de história e política. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1998. p. 55.

A partir da década de 1920, em função das transformações socioeconômicas do país, como a industrialização e a urbanização, novos atores sociais – burguesia industrial, classe média e operariado – começaram a questionar a hegemonia das oligarquias. Verificou-se, assim, a crise da república oligárquica, e a ideia de que eram necessárias mudanças passou a ser defendida por amplos setores da sociedade.


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No plano econômico, vale ressaltar que o Brasil não possuía apenas o café como produto de importância. Destacavam-se, também, outros produtos de exportação, como o tabaco, o açúcar, o cacau e o algodão cultivados em vários estados do Nordeste. Na Amazônia, até por volta de 1915, houve um grande destaque na extração do látex para exportação, enquanto no Sul predominou a produção de charque e de couro para atender principalmente os mercados da Região Sudeste.

No período, a chamada “indústria de substituição” também desenvolveu- -se, com o Brasil produzindo determinados bens, sobretudo não duráveis, até então importados principalmente da Europa. Todo esse processo foi beneficiado pelo grande contingente de imigrantes que entrou no país nessa época, que, não apenas contribuiu para a formação da classe operária, mas também para ampliar o mercado consumidor.


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