Caminhos do homem: do imperialismo ao Brasil no século XXI, 3º ano



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O neoliberalismo

Ao fim da Segunda Guerra Mundial, a intervenção estatal na economia, que já havia sido implementada na experiência do New Deal durante a década de 1930, foi retomada em função das necessidades de reconstrução do mundo pós-guerra.

Nesse contexto, constituiu-se o chamado Estado do Bem-Estar Social, ou Welfare State, caracterizado pela construção de uma extensa rede de proteção social cujas bases fundamentavam-se na firme atuação do Estado em diversas instâncias, como previdência, educação, saúde, habitação popular, enfim, a promoção do bem-estar do trabalhador.

Outras medidas foram implementadas visando a uma melhor distribuição de renda por meio da elevação dos salários, da consolidação de conquistas sociais e de garantias de plena liberdade sindical.

Essa ação do Estado foi possível graças ao expressivo crescimento da economia capitalista durante o período que se estendeu do fim da Segunda Guerra Mundial até a primeira metade da década de 1970. Essa ação se inseriu no contexto maior da Guerra Fria, pois tratava de “humanizar” o mundo do trabalho, objetivando afastar a “ameaça vermelha” e a atração que a ideologia socialista poderia exercer sobre os trabalhadores no Ocidente.

Nesse período, a iniciativa privada conviveu com uma relativa ação planificadora da economia por parte do Estado, que resultou na associação dos princípios do liberalismo econômico com uma política de proteção das economias nacionais.

No entanto, na década de 1970, em virtude, principalmente, dos “choques do petróleo” ocorridos em 1973 e 1979, instalou-se a crise do Estado de Bem-Estar Social. A estagnação da economia mundial fez, em diversos países, os governos reduzirem os recursos aplicados na proteção social.

Foi nesse contexto que ressurgiram, especialmente na Inglaterra e nos Estados Unidos, as ideias do economista austríaco (naturalizado inglês) Friedrich August von Hayek (1899-1992), que, em 1944, publicou o livro O caminho da servidão. Na obra, Hayek, que na década de 1980 foi denominado “o pai do neoliberalismo”, defende veementemente o liberalismo e critica os princípios que embasavam o Estado do Bem-Estar Social.

Entre as ideias principais de Hayek, destacam-se:


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