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PARTE 2 Método de Ensaios Analíticos



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04. Guia de controle de qualidade de produtos cosméticos Autor Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
PARTE 2
Método de Ensaios Analíticos:
Identificação e Doseamento
1. INTRODUÇÃO
................................................................................................. 63
2. ENSAIOS ANALÍTICOS - IDENTIFICAÇÃO E DOSEAMENTO ............................................... 63
2.1. Determinação do Teor de Acetato de Chumbo (Lead Acetate) ............................... 63
2.1.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................................ 63
2.1.2. Princípio ................................................................................................. 63
2.1.3. Descrição do Método ................................................................................ 64
2.1.3.1. Procedimento ........................................................................... 64
2.1.3.2. Cálculo .................................................................................... 64
2.2. Determinação do Teor de Ácido Bórico (Boric Acid) ............................................... 65
2.2.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................................ 65
2.2.2. Princípio ................................................................................................. 65
2.2.3. Descrição do Método ................................................................................ 65


2.2.3.1. Preparo da Coluna de Troca Iônica ............................................ 65
2.2.3.2. Procedimento ........................................................................... 65
2.2.3.3. Cálculo ..................................................................................... 67
2.3. Determinação do Teor de Ácido Glicólico (Glycolic Acid) ........................................ 67
2.3.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................................ 67
2.3.2. Princípio ................................................................................................. 67
2.3.3. Descrição do Método ................................................................................ 67
2.3.3.1. Procedimento ........................................................................... 67
2.3.3.2. Cálculo ..................................................................................... 68
2.4. Determinação do Teor de Ácido Tioglicólico (Thioglycolic Acid) e seus Sais ........... 68
2.4.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................................ 68
2.4.2. Princípio ................................................................................................. 68
2.4.3. Descrição do Método ................................................................................ 69
2.4.3.1. Procedimento ........................................................................... 69
2.4.3.2. Cálculo ..................................................................................... 69
2.5. Identificação do Zircônio e Doseamento de Zircônio, Alumínio e Cloro ................. 71
2.5.1. Identificação do Zircônio .......................................................................... 71
2.5.1.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................ 71
2.5.1.2. Princípio ................................................................................... 71
2.5.1.3. Descrição do Método ................................................................ 72
2.5.1.3.1 Procedimento .............................................................. 72
2.5.2. Doseamento do Zircônio ........................................................................... 72
2.5.2.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................ 72
2.5.2.2. Princípio ................................................................................... 72
2.5.2.3.1. Condições para a Espectrofotometria de
Absorção Atômica ...................................................... 73
2.5.2.3.2. Preparo da Amostra .................................................... 73
2.5.2.3.3. Curva de Calibração .................................................... 73
2.5.2.3.4. Procedimento ............................................................. 74
2.5.2.3.5. Cálculo ...................................................................... 74
2.5.3. Doseamento do Alumínio ......................................................................... 75
2.5.3.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................ 75
2.5.3.2. Princípio ................................................................................... 75
2.5.3.3. Descrição do Método ................................................................ 75
2.5.3.3.1. Condições para a Espectrofotometria de
Absorção Atômica ...................................................... 75
2.5.3.3.2. Preparo da Amostra .................................................... 75
2.5.3.3.3. Preparo da Solução Ácida de Cloreto de Potássio ........ 76
2.5.3.3.4. Curva de Calibração .................................................... 76
2.5.3.3.5. Procedimento ............................................................. 76
2.5.3.3.6. Cálculo ...................................................................... 77
2.5.4. Doseamento do Cloro .............................................................................. 77
2.5.4.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................ 77
2.5.4.2. Princípio ................................................................................... 77


2.5.4.3. Descrição do Método ............................................................... 77
2.5.4.3.1. Condições Potenciométricas........................................ 77
2.5.4.3.2. Preparo da Amostra .................................................... 78
2.5.4.3.3. Cálculos ...................................................................... 78
2.6. Determinação do Teor de Filtros Ultravioleta ........................................................ 79
2.6.1. Determinação do Teor de Filtros Ultravioleta por Cromatografia
Líquida de Alta Eficiência (CLAE) ............................................................... 79
2.6.1.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................ 79
2.6.1.2. Princípio ................................................................................... 79
2.6.1.3. Descrição do Método ............................................................... 80
2.6.1.3.1. Condições Cromatográficas ........................................ 80
2.6.1.3.2. Preparo da Solução Padrão ......................................... 81
2.6.1.3.3. Curva de Calibração .................................................... 82
2.6.1.3.4. Procedimento ............................................................. 82
2.6.1.3.5. Cálculo ...................................................................... 82
2.7. Identificação de Filtros Ultravioleta ...................................................................... 83
2.7.1. Identificação de Filtros Ultravioleta por Cromatografia Líquida
de Alta Eficiência (CLAE) ............................................................................ 83
2.7.1.1. Identificação de Octocrylene, Camphor Benzalkonium
Methosulphate, Benzophenone-3, Terephthalydiene
Dicamphor Sulfonic Acid, Benzylidene Camphor Sulfonic
Acid, Isoamyl p-Methoxycinnamate, Octyl Metoxycinnamte,
PEG-25 PABA, Octyl Dimethyl PABA, Octyl Salicylate, Butyl
Methoxydibenzoylmethane, Phenylbenzimidazole Sulfonic
Acid e Octyl Triazone ................................................................ 83
2.7.1.1.1. Objetivo e Campo de Aplicação .................................. 83
2.7.1.1.2. Princípio ..................................................................... 83
2.7.1.1.3. Descrição do Método .................................................. 83
2.7.2. Identificação de Filtros Ultravioleta por Cromatografia em
Camada Delgada (CCD) ............................................................................. 86
2.7.2.1. Identificação de Benzophenone–3, Benzophenone–4,
Butyl Methoxydibenzoylmethane, Camphor Benzalkonium
Methosulfate, 4–Methyl Benzylidene Camphor, Octyldimethyl
PABA e Octylmethoxycinnamate. ............................................. 86
2.7.2.1.1. Objetivo e Campo de Aplicação .................................. 86
2.7.2.1.2. Princípio ..................................................................... 87
2.7.2.1.3. Descrição do Método .................................................. 87
2.7.2.2. Identificação de Octyl Triazone por Cromatografia em
Camada Delgada (CCD) .............................................................. 88
2.7.2.2.1. Objetivo e Campo de Aplicação .................................. 88
2.7.2.2.2. Princípio ..................................................................... 88
2.7.2.2.3. Descrição do Método .................................................. 89
2.8. Determinação do Teor de Flúor ............................................................................. 89
2.8.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................................ 89
2.8.2. Princípio ................................................................................................. 90
2.8.3. Descrição do Método ................................................................................ 90


2.8.3.1. Condições Cromatográficas ...................................................... 90
2.8.3.2. Preparo de Soluções ................................................................. 91
2.8.3.2.1. Solução Padrão de Fluoreto (0,250 mg/ml) ................. 91
2.8.3.2.2. Solução Padrão de Fluoreto Diluída (0,050 mg/ml) ..... 91
2.8.3.2.3. Solução Padrão Interno de Trietilclorosilano (TECS) ..... 91
2.8.3.3. Curva de Calibração ................................................................. 91
2.8.3.4. Procedimento ........................................................................... 92
2.8.3.5. Cálculo ..................................................................................... 92
2.9. Identificação e Doseamento de Formaldeído Livre (Formaldehyde) ........................ 93
2.9.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................................ 93
2.9.2. Identificação ............................................................................................. 93
2.9.2.1. Princípio ................................................................................... 93
2.9.2.2. Descrição do Método ................................................................ 93
2.9.2.2.1. Preparo do reagente de Schiff .................................... 93
2.9.2.2.2. Procedimento ............................................................. 93
2.9.3. Doseamento Global do Formaldeído por Colorimetria com Acetilacetona . 94
2.9.3.1. Princípio ................................................................................... 94
2.9.3.2. Descrição do Método ................................................................ 94
2.9.3.2.1. Preparo de Soluções ................................................... 94
2.9.3.2.2. Procedimento ............................................................. 95
2.9.3.2.3. Curva de Calibração .................................................... 96
2.9.3.2.4. Cálculo ....................................................................... 96
2.10. Determinação do Teor de Hidróxido de Amônio (Ammonium Hydroxide) ............ 97
2.10.1. Método A ............................................................................................... 97
2.10.1.1. Objetivo e Campo de Aplicação .............................................. 97
2.10.1.2. Princípio ................................................................................. 97
2.10.1.3. Descrição do Método .............................................................. 97
2.10.1.3.1. Procedimento ........................................................... 97
2.10.1.3.2. Cálculos .................................................................... 98
2.10.2. Método B ................................................................................................ 99
2.10.2.1. Objetivo e Campo de Aplicação .............................................. 99
2.10.2.2. Princípio ................................................................................. 99
2.10.2.3. Descrição do Método .............................................................. 99
2.10.2.3.1. Procedimento ........................................................... 99
2.10.2.3.2 Cálculo ...................................................................... 100
2.11. Determinação do Teor de Hidróxido de Cálcio (Calcium Hydroxide) ..................... 100
2.11.1. Objetivo e Campo de Aplicação .............................................................. 100
2.11.2. Princípio ................................................................................................. 100
2.11.3. Descrição do Método .............................................................................. 100
2.11.3.1. Procedimento ......................................................................... 101
2.11.3.2. Cálculo.................................................................................... 101
2.12. Determinação do Teor de Hidróxido de Lítio (Lithium Hydroxide) ......................... 101
2.12.1. Objetivo e Campo de Aplicação .............................................................. 101


2.12.2. Princípio ................................................................................................. 101
2.12.3. Descrição do Método .............................................................................. 102
2.12.3.1. Procedimento ......................................................................... 102
2.12.3.2. Cálculo.................................................................................... 102
2.13. Identificação e Determinação do Teor de Hidróxido de Potássio e
Hidróxido de Sódio (Potassium Hydroxide e Sodium Hydroxide) .......................... 102
2.13.1. Objetivo e Campo de Aplicação .............................................................. 102
2.13.2. Princípio ................................................................................................. 103
2.13.3. Descrição do Método - Identificação ...................................................... 103
2.13.3.1. Preparo de Soluções................................................................ 103
2.13.3.2. Procedimento ......................................................................... 104
2.13.4. Descrição do Método – Doseamento ....................................................... 104
2.13.4.1. Procedimento ......................................................................... 104
2.13.4.1.1.Titulação em Meio Aquoso ........................................ 104
2.13.4.1.2. Titulação em Isopropanol.......................................... 105
2.14. Determinação do Teor de Hidróxido de Sódio (Sodium Hydroxide) ...................... 105
2.14.1. Objetivo e Campo de Aplicação .............................................................. 105
2.14.2. Princípio ................................................................................................. 105
2.14.3. Descrição do Método .............................................................................. 106
2.14.3.1. Preparo da Amostra ................................................................ 106
2.14.3.2. Procedimento ......................................................................... 106
2.14.3.3. Cálculo.................................................................................... 106
2.15. Determinação do Teor de Peróxido de Hidrogênio (Hydrogen Peroxide) .............. 107
2.15.1. Método por Doseamento com Tiossulfato de Sódio ................................ 107
2.15.1.1. Objetivo e Campo de Aplicação .............................................. 107
2.15.1.2. Princípio ................................................................................. 107
2.15.1.3. Descrição do Método .............................................................. 107
2.15.1.3.1. Procedimento ........................................................... 107
2.15.1.3.2. Cálculo ..................................................................... 108
2.15.2. Método por Doseamento com Permanganato de Potássio ...................... 108
2.15.2.1. Objetivo e Campo de Aplicação .............................................. 108
2.15.2.2. Princípio ................................................................................. 108
2.15.2.3. Descrição do Método .............................................................. 108
2.15.2.3.1. Procedimento ........................................................... 108
2.15.2.3.2. Cálculo ..................................................................... 109
2.16. Determinação do Teor de Tensoativos Aniônicos e Catiônicos .............................. 109
2.16.1. Objetivo e Campo de Aplicação .............................................................. 109
2.16.2. Princípio ................................................................................................. 109
2.16.3. Descrição do Método .............................................................................. 110
2.16.3.1. Preparo de Soluções................................................................ 110
2.16.3.1.1 Solução Estoque do Indicador Misto .......................... 110
2.16.3.1.2. Solução Indicadora Mista .......................................... 110
2.16.3.1.3 Solução Padrão de Cloreto de Benzetônio 0,004M ..... 110
2.16.3.1.4 Solução Padrão de Lauril Sulfato de Sódio 0,004M .... 110


2.16.3.1.5. Padronização do Lauril Sulfato de Sódio ................... 111
2.16.3.1.6. Cálculo ..................................................................... 111
2.16.3.2. Preparo de Amostras............................................................... 111
2.16.3.2.1. Amostra de Produtos em Pó ..................................... 111
2.16.3.2.2. Amostra de Produtos Líquidos .................................. 112
2.16.3.2.3. Amostra de Sabonetes Sólidos .................................. 112
2.16.3.3. Doseamento ........................................................................... 113
2.16.3.4. Cálculo.................................................................................... 113
2.17. Determinação do Teor de Uréia (Urea) ................................................................ 113
2.17.1. Objetivo e Campo de Aplicação .............................................................. 113
2.17.2. Princípio ................................................................................................. 114
2.17.3. Descrição do Método .............................................................................. 114
2.17.3.1. Preparo de Soluções................................................................ 114
2.17.3.1.1. Amostra de Produtos Líquidos .................................. 114
2.17.3.1.2. Amostra de Produtos Cremosos (Emulsionados) ....... 114
2.17.3.1.3. Amostra de Produtos Sólidos .................................... 114
2.17.3.2. Procedimento ......................................................................... 115
2.17.3.3. Cálculo.................................................................................... 115
3. ENSAIOS GERAIS 
................................................................................................. 116
3.1. Determinação da Alcalinidade Livre e da Acidez Livre ............................................ 116
3.1.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................................ 116
3.1.2. Princípio ................................................................................................. 116
3.1.3. Descrição do Método ................................................................................ 116
3.1.3.1. Determinação de pH ................................................................. 116
3.1.3.2. Alcalinidade Livre ...................................................................... 116
3.1.3.3. Cálculos .................................................................................... 117
3. 2. Determinação do Teor de Ácidos Graxos ............................................................... 118
3.2.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................................ 118
3.2.2. Princípio ................................................................................................. 118
3.2.3. Descrição do Método ................................................................................ 118
3.2.3.1. Procedimento ........................................................................... 118
3.2.3.2. Cálculo ..................................................................................... 119
3.3. Determinação do Índice de Peróxidos .................................................................... 119
3.3.1. Objetivo e Campo de Aplicação ................................................................ 119
3.3.2. Princípio ................................................................................................. 119
3.3.3. Descrição do Método ................................................................................ 119
3.3.3.1. Procedimento ........................................................................... 119
3.3.3.2. Cálculo ..................................................................................... 120
4. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS ....................................................................................... 120
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................ 120
6. BIBLIOGRAFIA
................................................................................................. 122



Tomando como base a missão institucional da Anvisa, apresentamos este Guia de Controle 
de Qualidade de Cosméticos, elaborado por profissionais da Gerência-Geral de Cosméticos 
(GGCOS) da Anvisa, dos laboratórios oficiais, do setor regulado e das universidades, sob 
a coordenação da GGCOS.
Sem a pretensão de esgotar o tema, este trabalho servirá como instrumento de referên-
cia a todos os profissionais envolvidos na área de Controle de Qualidade de Cosméticos, 
proporcionando à população produtos com qualidade e segurança.
A Anvisa agradece a todos que participaram, direta ou indiretamente, da consolidação deste 
Guia, pelo empenho e pela dedicação profissional que marcaram todas as suas etapas.

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