Brilique, inn-ticagrelor


Dados de segurança pré-clínica



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5.3
Dados de segurança pré-clínica
Dados pré-clínicos para ticagrelor e o seu metabolito principal não demonstraram risco inaceitável 
para efeitos adversos em seres humanos com base nos estudos convencionais de farmacologia de 
segurança, toxicidade de dose única e repetida e potencial genotóxico.
Irritação gastrointestinal foi observada em várias espécies animais com níveis de exposição 
clinicamente relevantes (ver secção 4.8).
Em ratos fêmea, ticagrelor em doses elevadas mostrou uma incidência aumentada de tumores uterinos 
(adenocarcinomas) e uma incidência aumentada de adenomas hepáticos. O mecanismo para tumores 
uterinos é provavelmente o desequilíbrio hormonal o qual pode levar a tumores em ratos. O 
mecanismo para os adenomas hepáticos é provavelmente devido a uma indução enzimática no fígado. 
Assim, os resultados carcinogénicos não são considerados relevantes para seres humanos.
Em ratos, foi observado o desenvolvimento de anomalias menores numa dose tóxica materna (margem 
de segurança de 5,1). Em coelhos, foi observado um ligeiro atraso na maturidade hepática e no 
desenvolvimento do esqueleto dos fetos de mães com altas doses sem revelarem toxicidade materna 
(margem de segurança de 4,5).
Estudos em ratos e coelhos revelaram toxicidade reprodutiva, com ligeira redução do ganho de peso 
materno e redução da viabilidade neonatal e peso ao nascimento, com atraso no crescimento. 
Ticagrelor provocou ciclos irregulares (maioritariamente ciclos estendidos) em ratos fêmeas, mas não 
afetou globalmente a fertilidade em ratos machos e fêmeas. Estudos de farmacocinética realizados 
com ticagrelor marcado radioativamente revelaram que o composto de origem e os seus metabolitos 
são excretados no leite dos ratos (ver secção 4.6).



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