Brasil, uma história



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Eduardo Bueno - Brasil. Uma história
P
OTIGUAR
: Senhoreavam a costa em dois territórios distintos: desde os arredores
da atual cidade de São Luís, no Maranhão, até as margens do rio Parnaíba; e das
margens do rio Acaraú, no Ceará, até as proximidades da atual cidade de João
Pessoa, na Paraíba. Exímios canoeiros, eram inimigos dos portugueses. Seriam
uns 90 mil.
T
REMEMBÉ
: Grupo não Tupi, que vivia do sul do Maranhão ao norte do Ceará,
entre os dois territórios potiguares. Grandes nadadores e mergulhadores, foram,


alternadamente, inimigos e aliados dos portugueses. Eram cerca de 20 mil.
T
ABAJARA
: Viviam entre a foz do rio Paraíba e a ilha de Itamaracá. Aliaram-se
aos portugueses. Eram aproximadamente 40 mil.
C
AETÉ
: Os deglutidores do bispo Sardinha viviam desde a ilha de Itamaracá até
as margens do rio São Francisco. Depois de comerem o bispo (leia p. 47), foram
considerados “inimigos da civilização”. Em 1562, Mem de Sá determinou que
fossem “escravizados todos, sem exceção”. Assim se fez. Seriam 75 mil.
T
UPINAMBÁ
: veja texto no box ao lado.
A
IMORÉ
: Grupo não Tupi, também chamado de Botocudo, vivia do sul da Bahia
ao norte do Espírito Santo. Grandes corredores e guerreiros temíveis, foram os
responsáveis pela derrocada das capitanias de Ilhéus, Porto Seguro e Espírito
Santo. Só foram vencidos no início do século XX. Eram apenas 30 mil.
T
UPINIQUIM
: Foram os indígenas que tomaram contato com a expedição de
Cabral. Viviam em dois territórios: no sul da Bahia e em São Paulo, entre Santos
e Bertioga. Eram 85 mil.
T
EMIMINÓ
: Ocupavam a ilha do Governador, na baía de Guanabara, e o sul do
Espírito Santo. Inimigos dos Tamoio, aliaram-se aos portugueses. Sob a
liderança de Arariboia, foram decisivos na conquista do Rio. Eram 8 mil na ilha
e 10 mil no Espírito Santo.

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