Brasil, uma história


DA PRIMEIRA GUERRA À REVOLUÇÃO DE 1930



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Eduardo Bueno - Brasil. Uma história
DA PRIMEIRA GUERRA À REVOLUÇÃO DE 1930
É parca a bibliografia sobre a participação do Brasil na Primeira Guerra Mundial. A principal fonte
utilizada foi a enciclopédia Nosso Século (Abril). As informações sobre a viagem da delegação brasileira a
Paris vêm de O Tratado de Versalhes, de Ruth Hening (Ática). Sobre a Revolta da Chibata, a fonte utilizada
foi 1910: A revolta dos marinheiros, de Mário Maestri (Global). Sobre o episódio do Contestado, foram
consultados O Contestado, livro de Eduardo José Afonso, da série Guerras e Revoluções Brasileiras (Ática),
e Guerra camponesa no Contestado, de Jean-Claude Bernadet (Global, 1979). O perfil do senador Pinheiro
Machado deve muito ao esplêndido O regionalismo gaúcho, de Joseph Love (Perspectiva, 1975), de onde
foram extraídas as informações a respeito dos governos de Venceslau Brás e Arthur Bernardes, além de
vários dados sobre a Revolução de 30, inclusive a descrição da triunfal entrada de Vargas no Rio e sua
posse no Catete.
Outra fonte primordial sobre os anos 1920 no Brasil é a vasta obra de Edgard Carone, da qual foram
consultados os volumes A República Velha (evolução política), A República Velha (instituições e classes


sociais) e O tenentismo (todos da Difel). Boa fonte de consulta acerca dos 18 do Forte é Sangue na areia de
Copacabana, de Hélio Silva (Civilização Brasileira, 1971). Sobre a Coluna Prestes existem dezenas de
livros. Foram consultados A Coluna Prestes: revolução no brasil, de Neil Macaully (Difel), A Coluna
Prestes (marchas e combates), de Lourenço Lima (Brasiliense, 1954), e A Coluna da morte, do tenente João
Cabanas (s. ed., 1926). A apologética biografia de Jorge Amado sobre Prestes chama-se O Cavaleiro da
Esperança (Martins, 1968). Os melhores estudos sobre Lampião, padre Cícero e o messianismo no Brasil
são os de Maria Isaura Pereira de Queiroz, de quem foram consultados História do cangaço (Global), Os
cangaceiros (Duas Cidades, 1977) e O messianismo no Brasil e no mundo (Alfa-Ômega).
A bibliografia a respeito da Semana de Arte Moderna é ampla. A fonte mais utilizada foi o estimulante
Orfeu Extático na Metrópole: SPsociedade e cultura nos frementes anos 20, de Xicolau Sevcenko
(Companhia das Letras). O livro A Semana de Arte Moderna, de Neide Rezende (Atica), e as minibiografias
de Oswald de Andrade, escrita por Maria Augusta Fonseca, e de Tarsila do Amaral, por Nádia B. Gotlib
(ambas da Brasiliense), também foram consultados. Os textos sobre Machado de Assis, Olavo Bilac,
Coelho Neto, Lima Barreto e João do Rio se baseiam na análise precisa de Jeffrey Needell feita no já citado
Belle époque tropical. Sobre Machado de Assis foi utilizado o artigo de Ivo Barbieri, “Machado e a
História”, publicado pela Revista Machadiana Espelho (UFRGS). Sobre Mário e Oswald de Andrade foram
usados fascículos de Grandes personagens da nossa história (Abril).

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