Brasil, uma história


A GUERRA DO PARAGUAI E O SEGUNDO REINADO



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Eduardo Bueno - Brasil. Uma história
A GUERRA DO PARAGUAI E O SEGUNDO REINADO
A bibliografia sobre a Guerra do Paraguai enfim ganhou um livro desvinculado das interpretações
tendenciosas que o conflito despertou durante um século: trata-se de Guerra do Paraguai 130 anos depois,
coletânea que reúne as palestras feitas por vários especialistas durante um seminário sobre o assunto,
realizado em novembro de 1994 (ed. Relume Dumará, org. de Maria Eduarda Marques). A ele seguiu-se
Maldita Guerra, de Francisco Doratioto (Cia. das Letras). Duas outras fontes utilizadas para a redação do
capítulo foram O expansionismo brasileiro e a formação dos Estados na Bacia do Prata, de L. A. Moniz
Bandeira (UnB), e Guerra do Paraguai: escravidão e cidadania na formação do exército, de Ricardo Salles
(Paz e Terra). A Guerra do Paraguai, de Leon Pomer (Global, 1980), uma visão de “esquerda” do conflito,
e a bem-documentada História da guerra entre a Tríplice Aliança e o Paraguai, obra em três volumes
escrita pelo general Tasso Fragoso (Imprensa do Estado-Maior do Exército, 1934), também foram
consultadas. Uma fonte primária redigida em estilo literário é o clássico A Retirada da Laguna, de Alfredo


E. Taunay (Biblioteca do Exército, 1959), traduzido por Afonso Taunay.
Lilia Moritz Schwarz publicou, em 1998, a melhor biografia de D. Pedro II, As barbas do Imperador,
enfim dando aos interessados, na vida e na obra do homem que governou o Brasil por cerca de meio século,
uma outra opção além da obra que Pedro Calmon lançara em 1974, pela ed. José Olympio. Sobre o império,
um livro fundamental é Teatro de sombras: a política do Império, de José Murilo de Carvalho (Vértice),
também autor de um belo perfil do segundo imperador (Cia. das Letras, coleção Perfis Brasileiros). A
instigante biografia de Irineu Evangelista de Sousa, Mauá, empresário do Império, de Jorge Caldeira
(Companhia das Letras), supera todas as demais e se tornou um texto-chave sobre o assunto, além de
apresentar um bom panorama geral sobre o Segundo Reinado e sobre a personalidade de D. Pedro II.
Um retrato mundano do apogeu do Império foi traçado por Vanderlei Pinho em Salões e damas do
Segundo Reinado (Martins, 1938). Sobre o café, dois trabalhos indispensáveis são a monumental História
do café no Brasil, obra em doze volumes de Afonso Taunay (Typographia Ideal, 1936), publicada também
pela Melhoramentos em 1954 numa edição resumida, e Roteiro do café, de Sérgio Milliet (São Paulo,
1939). Sobre a obra de Pedro Américo e Vítor Meireles e o papel desempenhado pela Academia Nacional
de Belas-Artes, a fonte consultada foi Artes plásticas no Brasilmercados e leilões, de Júlio Louzada
(Inter Artes, 1992). Outra obra consultada, a mais completa sobre o assunto, foi História geral da arte no
Brasil (Inst. Moreira Salles, org. de Walter Zanini). A análise da obra literária de Gonçalves Dias e de José
de Alencar deve muito ao capítulo “Um mito sacrificial: o indianismo de Alencar”, de Alfredo Bosi, no já
citado Dialética da colonização. A História concisa da literatura brasileira (Cultrix), do mesmo autor,
também foi uma fonte preciosa.

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