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CINE MARVIN CEARÁ: O PENSAR FILOSÓFICO EM CURTAS METRAGENS.

AUTOR: EMERSON ELLANO DUTRA PRACIANO

1. Justificativa
O uso da técnica do cinema em sala de aula desperta em quem a utiliza uma curiosidade para outras realidades. Instintivamente busca-se o importante, o novo, o diferente, iniciando um movimento de entendimento de outras perspectivas, outros pontos de vista. Este despertar torna viável a análise histórica dos fatos do universo e as teorias filosóficas, das quais deixam de serem enfadonhas e distantes da realidade dos alunos, passando a serem significativas e transformadoras.

A utilização de filmes em sala de aula já é um método muito favorável para a compreensão do conteúdo, pois é empolgante ver aquilo que está aprendendo, mas quando os alunos assistem os vídeos produzidos pelos colegas ou por eles mesmos, a motivação e a concentração aumentam ainda mais.


Se fizermos uma retrospectiva em relação cinema-educação, podemos constatar que desde sua invenção o cinema tem sido apontado como fonte de pesquisa, e desde então, muito se tem teorizado e discutido a seu respeito. Se no início do século XX a teoria cinematográfica debatia se a imagem expressava ou reproduzia a realidade, hoje sabemos que a realidade não ilustra, nem reproduz a realidade, mas a (re) constrói a partir de uma linguagem própria, produzida num determinado contexto histórico (CIPOLINI, 2008, p. 47).
Cada curta-metragem produzido por alguns alunos de escolas públicas do estado do Ceará tem sua relevância como instrumento educacional e de politização a partir da reconstrução do olhar dos jovens a respeito de problemas cotidianos, dos quais estão como temas principais: a violência e a depressão. Cada produção cinematográfica gerou uma mensagem na construção de um novo comportamento escolar.

De modo geral, com a realização das atividades, os alunos tiveram seus horizontes de expectativa ampliados, passando a enxergar de outra maneira as suas realidades, tornando-se mais ativos e menos alienados com relação ao mundo, à visão do conhecimento e da liberdade. Além disso, despertaram o interesse para a produção de vídeos como forma de melhorar seus aprendizados, utilizando-os também em outras disciplinas.

Atualmente as oportunidades tecnológicas são para todos. Acrescente-se a isso a vaidade e a curiosidade juvenil. O resultado pode ser maravilhosos vídeos que demonstram o muito que os alunos sabem, mas não conseguem expressar nos tradicionais métodos de avaliação. Uma vez que mexe com ego dos jovens, o uso de vídeos no ambiente escolar pode tornar a rotina da escola mais interessante e inovadora, melhorando a autoestima e o sentimento de sentir-se importante para o mundo.

Se o professor exibir um longa-metragem em sala de aula será necessário no mínimo três aulas, já o curta-metragem pode ser exibido em uma única aula deixando mais tempo para o debate e o esclarecimento sobre o assunto proposto. “Trabalhar com o cinema em sala de aula é ajudar a escola a reencontrar a cultura ao mesmo tempo cotidiana elevada, pois o cinema é o campo no qual a estética, o lazer, a ideologia e os valores sociais mais amplos são sintetizados numa mesma obra de arte” (NAPOLITANO, 2004, p.11). Os curtas servem como estratégias para dinamizar as aulas e aproveitar o conhecimento filosófico com elementos culturais e artísticos.

Este projeto apresenta à justificativa que a experiência de cerca de mil cento e oitenta alunos de três escolas públicas fazem toda a diferença no ambiente escolar, pois os alunos se tornam protagonistas no processo de aprendizagem, pois produziram curtas-metragens com funções educacionais, isto é, fazer com que o aluno reflita e amadureça em suas relações. Os filmes mostram atitudes que devem ser executadas ou não em um ambiente social de acordo com a Moral e a Ética.

Os curtas-metragens são materiais para que os educadores possam utilizar, por isso, o intuito deste projeto é que a instituição que desejar ter os vinte e cinco curtas-metragens e os demais que estão sendo produzidos possam ser exibidos na contribuição para uma iniciação de um debate ou para um conteúdo em sala de aula, podendo até a escola adotar este projeto nas aulas de eletiva1 em escola em tempo integral ou nas aulas das disciplinas da área de ciências humanas.

2. Problematização.
Segundo o plano nacional de ensino, exibir filmes em sala de aula não é tão fácil como se imagina, pois o professor precisa ter objetivos claros e isso exige de tempo em seu planejamento. A partir de uma pesquisa elaborada em três escolas públicas do Estado do Ceará, sendo uma em Fortaleza e outra em Maracanaú e Maranguape, todos os educadores entrevistados, de áreas diferentes, concordaram que diante de múltiplas tarefas fica complicado planejar uma aula com vídeos e filmes, onde muitos exibem sem um planejamento mais elaborado.

Os educadores entrevistados também afirmaram a necessidade que o aluno precisa perceber que o cinema em sala de aula não deve ser para cobrir a falta de um professor e nem porque o mesmo não quer explicar o conteúdo, mas a utilização dessa arte como mais uma linguagem pedagógica para que o aprendizado possa acontecer também de forma mais concreta:


a partir das reflexões que fazemos, das conversas com outros espectadores, do contato com diferentes discursos produzidos em torno daquele filme (crítica, premiações, etc.) e da experiência com outros filmes, permitindo que novas interpretações sejam feitas. Isso dá um profundo dinamismo à dimensão formadora da experiência com o cinema e faz com que seus efeitos somente possam ser percebidos a médio e longo prazo. (DUARTE, 2002, p. 74-75).
Exibir um filme com o intuito de “transformar numa questão de discussão intelectual e não numa série de visões e sons que nos absorvem, restituindo a inserção do político e do pedagógico em suas análises” (GIROUX, 2001, p.74), uma vez que, fornecendo uma outra linguagem de conhecimento de forma lúdica e interativa, proporciona a construção de uma postura de engajamento e autonomia.

É possível transformar a sala de aula em um cinema? O cinema é um espaço diferente da escola e este projeto não tem nenhuma pretensão de transformar a sala de aula em uma sala de cinema nos moldes tradicionais que apenas exibem, mas a utilização dos filmes como um método didático, pois na escola podemos paralisar o filme para que o professor possa fazer suas observações de acordo com o conteúdo proposto ou até mesmo para responder os questionamentos dos seus alunos. É na escola onde se forma pessoas críticas e não apenas observadores da arte. Segundo Adorno em sua obra Minima moralia, afirma que quanto mais um filme pretende ser arte, tanto mais inautêntico ele se torna, por isso, o termo cinema proposto no título deste projeto não representa um espaço físico, tal qual o lugar onde uma mostra de arte é apresentada, mas assemelha-se ao debate onde o filme propicia numa discussão. Tendo como ponto de partida o acompanhamento de um especialista com o conhecimento prévio da temática do filme e com um planejamento desse recurso didático. Esse planejamento requer uma noção do que se trata a obra artística assistida e que estimule ao público a uma reflexão.

Uma análise crítica sobre os filmes que são exibidos em sala de aula é uma prática que encontramos com mais frequência, embora, não seja um número significativo, mas analisar as películas que os próprios estudantes estão produzindo é algo desafiador e inovador, embora encontrassem alguns projetos relacionados.

A produção de Curtas metragens é um trabalho que necessita de tempo e disponibilidade dos alunos, professores e grupo gestor, vindo a dificultar a execução do projeto. Todavia, podemos diminuir as dificuldades encontradas se o professor orientador explicar os objetivos de forma motivadora, estabelecendo o trabalho como parte de uma das notas estipulada para cada estudante, além de oferecer prêmios para os melhores. Compreendendo “a pedagogia do cinema, suas estratégias e os recursos de que ela se utiliza para ‘seduzir’, de forma tão intensa, um considerável contingente, sobretudo de jovens” (DUARTE, 2002, p. 21).

3. Objetivos
3.1. Objetivo Geral:
O objetivo é estimular a reflexão e o registro sobre a história do aluno ou sobre um fato histórico ou uma teoria filosófica para que as produções possam ser utilizadas na educação, além de despertar habilidades para que os alunos possam aprender a fazerem a sétima arte.
3.2. Objetivo Específico:

3.2.1. Produzir um roteiro com conceitos da área de Ciências Humanas.

3.2.2. Valorizar os talentos dos alunos.

3.2.3. Exibir e debater sobre os curtas metragens.

3.2.4. Aproveitar o atrativo dos curtas para apresentar a escola para a comunidade. 3.2.5. Melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações internas e externas.

3.2.6. Produção de eventos em comemoração ao dia do filósofo e dia mundial da Filosofia.

3.2.7. Propor que as escolas de tempo integral do estado do Ceará adotem, caso percebam necessário, a proposta deste projeto como uma eletiva a partir da realidade de cada instituição, tendo como vista a obrigatoriedade a partir de 2020.

3.2.8. Motivar e esclarecer a relação e a importância do Cinema e a Educação.

3.2.9. Dinamizar as aulas através da arte cinematográfica.

3.2.10. Incentivar ao protagonismo juvenil.

4. Base teórica preliminar
Este projeto é fruto de uma experiência escolar que acontece desde 2013 com alguns alunos dos segundos anos produzindo curtas metragens e tem como base teórica para esta vivência a relação de Cinema e Educação para Adorno. Incentivar os estudantes a produzirem curtas-metragens no ambiente escolar fortalece a função da escola, que mesmo com suas limitações, possa formar não apenas o apreciador e cultivador da arte do cinema, mas, sobretudo de possibilitar o acesso aos instrumentos básicos do fazer artístico propriamente dito, com o objetivo apenas educacional e não como mercadoria.

As mídias, assim como o cinema se tornaram “um negócio, sendo utilizados como veículos ideológicos destinados a legitimar o lixo que propositadamente produzem. Eles definem a si mesmos como indústrias” (ADORNO, 1986, p. 114). O cinema é criticado quando ele é apresentado como um espaço que vende uma mercadoria com o intuito capitalista gerando mazelas sociais. Segundo Adorno a Indústria Cultural transforma a cultura em mercadoria e o “saber é neutralizado e mobilizado para a simples qualificação nos mercados de trabalho específicos para aumentar o valor mercantil das pessoas. Assim naufraga a autorreflexão do espírito que se opõe à paranoia” (ADORNO, 2003, p. 464).

Ao ler os textos adornianos de 1964 a 1969 percebemos que:
...parecem acusar uma inflexão nas posições de Adorno em relação ao cinema. Ao contrário do que ocorria na grande maioria das passagens acerca do cinema nos textos anteriores, as referências ao cinema parecem agora apontar para um campo de possibilidades e de aliados. As referências ao cinema deixam de ser exclusivamente depreciativas e seu vínculo com a indústria cultural deixa de ser um tópico obsedante (SILVA, 1999, p. 120).
Para Adorno é possível utilizar dos filmes para determinar tipos de comportamento a partir de uma autorreflexão, comparando os personagens com a sua vida para que possamos fazer uma crítica sobre si mesmo. Esta análise se torna viável em sala de aula porque a escola é uma instituição socializadora do saber elaborado.
Esparramados pelos cantos do cotidiano, todas as situações entre pessoas, e entre pessoas e a natureza - situações sempre mediadas pelas regras, símbolos e valores da cultura do grupo - têm, em menor ou maior escala a sua dimensão pedagógica. Ali todos os que convivem aprendem, aprendem da sabedoria do grupo social e da força da norma dos costumes da tribo, o saber que torna todos e cada um pessoalmente aptos e socialmente reconhecidos e legitimados para a convivência social, o trabalho, as artes da guerra e os ofícios do amor.
Do ponto de vista pedagógico, um roteiro cinematográfico seria a síntese entre o conteúdo de uma disciplina e a realidade vivida pelos estudantes. A reflexão dos alunos ao aproximar a temática a sua realidade, sendo assim, pessoas mais críticas e conscientes.

Cada turma ao produzir seu roteiro e vídeo, fizeram suas pesquisas a partir das temáticas anuais: “Da angustia a transformação social: das obras filosóficas a realidade atual”; “Em busca da Sofia: razão ou sentidos?”; “Filosofia: caminhos de libertação”; “Percebendo o sentido da vida”. Pesquisar o conceito das obras filosóficas e fatos históricos relacionados aos conteúdos vistos no vestibular da UECE e ENEM, entre eles o Racionalismo de Descartes, o empirismo de David Hume, o criticismo de Kant, Loucura Sábia do Erasmo de Roterdã e o Mito da Caverna de Platão, foram essenciais para a produção dos vinte e cinco curtas-metragens em seis anos de projeto.



Cada personagem do curta-metragem Onde seus demônios se escondem? (2015; Ficção; 16’08”) nos coloca em reflexão que cada personagem tem seus problemas, dificuldades que chamamos de demônios (preconceitos, ciúmes, infidelidade, traumas e homofobia) e cada um busca se libertar. Nesta busca as frases de Platão contribuem para um dos objetivos da Filosofia que consiste na libertação do Homem pelo Homem. O corpo precisa da alma, mas em muitos momentos da nossa vida estamos apenas de corpo presente. Baseado nas obras de Platão, o curta-metragem O Corpo (2018; ficção; 3’23”) gera a reflexão que precisamos nos libertar dos nossos problemas pessoais para conseguirmos enxergar a nossa sabedoria e viver de forma integral. Em Realidade Violenta (2018; ficção; 3’23”) mostra algumas das situações do dia a dia que percebemos diante de uma sociedade que pede socorro. A violência contra a mulher, as brigas de facções, tráfico de drogas, assaltos e as mortes constantes. A reflexão teórica do vídeo é o questionamento sobre como a Filosofia pode contribuir e a resposta é a valorização das aulas em que o professor consegue trazer uma praticidade em cada teoria. Nosso dia-a-dia (2018; ficção; 2’53”) uma reflexão sobre os atos de bullying que acontecem diariamente em alguns ambientes da escola. A protagonista do curta-metragem A cor perfeita (2018; ficção; 6’00”) é uma artista que enquanto ela está pintando sua tela aparece uma mulher que representa as suas angustias, medos e inseguranças atrapalha a sua pintura gerando uma reflexão com base na concepção do Shopenhauer do bom e do mal. Do amor platônico ao amor real (2018; romance; 3’17”) conta a estória de uma aluna que entrega uma carta se declarando para um aluno. Eles começam a namorar e a perceberem os defeitos do outro, porém, o menino ao lembrar das aulas de Filosofia sobre a concepção de amor na visão do filósofo Platão ajudaram ele a acolher a namorada do jeito que ela é, sem uma cobrança de perfeição. Loucura (2017; ficção; 15’33”) é baseada na obra “O elogio da loucura” do Erasmo de Roterdãm e tem como proposta gerar uma reflexão se estamos vivendo ou sobrevivendo. A personagem principal chamada de Lua passa por uma situação de violência e começa a viver a transição de uma loucura louca para uma loucura sábia. Conhece-te a ti mesmo (2017; drama; 14’27”) baseado em fatos reais sobre a história de uma aluna que encontra na frase de Sócrates o desejo de se conhecer e a partir da reflexão sobre seus atos acontece uma mudança de atitude. A Busca (2014; ficção; 17’45”) mostra a realidade de alguns jovens que buscam responder aos seus questionamentos e assim como os filósofos buscam a verdade mesmo sabendo que não vão encontrar. O decifrar os pontos de interrogações que correspondem as angustias juvenis fazem do curta-metragem uma estratégia para discutir com os estudantes a respeito de suas dúvidas e incertezas. O Amanhã é Hoje (2014; ficção; 16’12”) baseado na obra as Meditações de Descartes o curta-metragem conta a história de uma jovem que busca entender o sentido da vida através dos moldes racionalistas. O Diário de Paulo Guedes (2014; ficção, 16’15”) retrata os anos finais da década de 60, descrevendo o período da Ditadura Militar no Brasil, gerando uma reflexão impugnando o abuso de poder, a censura e o modelo positivista. Máscara (2014; ficção; 22’19”) é baseada na história real de uma aluna do 2º ano que ao participar da aula de Filosofia sobre a teoria do auto retorno de si mesmo do filósofo Locke ela sente o anseio para conversar com sua mãe sobre a sua infância e o seu nascimento, a partir da conversa com o seu professor ela começa a entender melhor suas atitudes e percebendo a necessidade de não usar mecanismos de defesa para ser aceita em variados grupos das quais estava vinculada. A mensagem do futuro (2016; ficção; 19’56”) é um dos filmes mais interdisciplinar, pois trabalha a temática da natureza de vários aspectos.
5. Indicações metodológicas básicas
O trabalho apresentado pretende ter três partes, o primeiro com a relação e a importância do transformar o cinema em sala de aula em discussões críticas, proporcionando uma reflexão, isto é, a utilização de filmes na instituição escolar, mas sem pretensões capitalistas e se baseando no conceito de Cinema e Educação em Adorno. Na segunda parte irão ser trabalhados os limites e as possibilidades do cinema como recurso pedagógico, descrevendo os desafios didáticos. Na última parte irá fechar a produção escrevendo sobre o projeto Cine Marvin Ceará: o pensar filosófico em curtas-metragens, explicando a metodologia da prática pedagógica já trabalhada e todo o processo de sua execução que se inicia com a temática que foi abordada em sala de aula, depois foram apresentados os elementos necessários para a produção de um curta-metragem (direção, produção, edição, maquiagem, fotografia, sonoplastia, figurino, cinegrafista e elenco). Em seguida foram formadas equipes para cada um dos elementos de produção. A partir de então os alunos começaram a produzir o roteiro e realizar os ensaios e as gravações, sob a supervisão do professor. Iniciamos em Fevereiro com apresentação, montagem das funções e criação do roteiro. Março a Junho: Ensaios e gravações. Julho: edição. Agosto e Novembro: exibição e cerimônia de premiação.

A produção do curta-metragem pelos alunos é um método pedagógico que


permite a experiência estética, porque fecunda e expressa dimensões de sensibilidade, das múltiplas linguagens e inventividades humanas, o cinema é importante para a educação e para os educadores, por ele mesmo, independente de ser uma fonte de conhecimentos e de servir como recurso didático-pedagógico como introdução a inovações na escola. (TEIXEIRA & SOARES, 2003, p.10-11).
A culminância ocorre todo ano em comemoração ao dia do filósofo e ao dia mundial da Filosofia com a exibição do material produzido no Cineteatro São Luiz, no auditório mix do Centro Dragão do Mar de arte e cultura e no CUCA da Barra, para quais todos os alunos da escola, familiares, amigos foram e são convidados. Acontece premiação para diversas categorias. Os curtas-metragens são exibidos também em sala de aula quando o professor estiver lecionando a temática referente a uma das películas produzido pelos alunos.

Concluo que o material aqui esclarecido que contém vinte e cinco curtas-metragens e este projeto concluído, caso seja aprovado, podem ser entregues as Escolas do Estado do Ceará que desejarem exibir os filmes e assumir como proposta de uma eletiva. Levando em consideração que a relação entre o autor do projeto e o grupo gestor pode ser através de emails, como os envio do projeto e dos curtas-metragens, facilitando para que não sejam necessários custos financeiros.


6. Referências
ADORNO, Theodor W. & HORKHEIMER, Max.


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