Atualização da Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade


Epidemiologia da Parada Cardiorrespiratória



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1.1.1. Epidemiologia da Parada Cardiorrespiratória
A parada cardiorrespiratória (PCR) permanece como uma 
das emergências cardiovasculares de grande prevalência e com 
morbidade e mortalidade elevadas. A criação de protocolos 
e algoritmos internacionais permitiu a padronização e a 
organização da assistência médica.
O reconhecimento precoce das causas desencadeantes
orientando a intervenção para cada cenário clínico, com 
ênfase nos cuidados após o retorno à circulação espontânea, 
trouxe melhorias nos resultados, contribuído ao prognóstico 
dos pacientes. 
Os dados na literatura quanto à incidência de PCR 
no Brasil são escassos. O principal ritmo de PCR em 
ambiente extra-hospitalar é a Fibrilação Ventricular (FV) 
e a Taquicardia Ventricular (TV), chegando a quase 80% 
dos eventos, com bom índice de sucesso na reversão, se 
prontamente tratados. Quando a desfibrilação é realizada 
precocemente, em até 3 a 5 minutos do início da PCR, 
a taxa de sobrevida é em torno de 50% a 70%. Em 
contrapartida, em ambiente intra-hospitalar, o ritmo de PCR 
mais frequente é Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) ou 
assistolia, com pior prognóstico e baixas taxas de sobrevida, 
inferiores a 17%.



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