Atualização da Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade


Atualização da Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados



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Atualização da Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados 
Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2019
Arq Bras Cardiol. 2019; 113(3):449-663
RN alcance e mantenha FC > 100 bpm. De modo geral, 
iniciar com pressão inspiratória ao redor de 20 cmH
2
O, 
considerando que a pressão inspiratória máxima a ser 
administrada é limitada pela válvula de escape, ativada em 
30 a 40 cmH
2
O para evitar o barotrauma. 
Se, após 30 segundos de VPP com balão e máscara, o 
paciente apresentar FC > 100 bpm e respiração espontânea 
e regular, suspender o procedimento. Considera-se como 
falha se, após 30 segundos de VPP, o RN mantém FC < 
100 bpm ou não retoma a respiração espontânea rítmica e 
regular. Nesse caso, verificar o ajuste entre face e máscara, 
a permeabilidade das vias aéreas (posicionando a cabeça, 
aspirando secreções e abrindo a boca do RN) e a pressão 
no balão, corrigindo o que for necessário. Se o paciente
após a correção da técnica da ventilação com máscara não 
melhorar, deve-se aumentar a oferta de oxigênio com base 
na monitorização da SatO

pré-ductal (Figura 13.1). Se, 
mesmo assim, a ventilação não for efetiva, está indicada a 
intubação traqueal para ventilar o paciente. 
É importante ressaltar que, de cada dez RN que recebem 
VPP com balão e máscara ao nascer, nove melhoram e não 
precisam de outros procedimentos de reanimação.



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