Assis, Maria Elisabete Arruda de; Santos, Taís Valente dos (Org.)



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MAIS INFORMAÇÕES



MINISTÉRIO DA CULTURA – MINC
MINISTRO
Roberto Freire
INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS – IBRAM
PRESIDENTE
Marcelo Mattos Araújo
MUSEU DA ABOLIÇÃO – MAB
DIRETORA
Maria Elisabete Arruda de Assis
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC
MINISTRO
José Mendonça Bezerra Filho
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO
PRESIDENTE
Luiz Otávio de Melo Cavalcanti
MUSEU DO HOMEM DO NORDESTE – MUHNE
COORDENAÇÃO GERAL DE MUSEUS
Silvana Barbosa Lira de Araujo
DIVISÃO DE ESTUDOS MUSEAIS  
E AÇÕES COMUNITÁRIAS
Henrique de Vasconcelos Cruz
EDITORA MASSANGANA
COORDENAÇÃO EDITORIAL
Joana Cavalcanti
MEMÓRIA FEMININA
ORGANIZAÇÃO
Maria Elisabete Arruda de Assis
Taís Valente dos Santos
COORDENAÇÃO GERAL
Maria Elisabete Arruda de Assis
TEXTOS
Bárbara Figueiredo Souto
Daniel Barretto da Silva
Daniela Matera Lins Gomes
Eduardo Castro
Elena Pajaro Peres
Eneida Queiroz
Eurípedes Gomes da Cruz Junior
Henrique de Vasconcelos Cruz
Hildo Leal
Laura Abreu
Lucia Teixeira
Maria Elisabete Arruda de Assis
Maria Madalena Correia do Nascimento
Maria Margaret Lopes
Mario Chagas
Marlon Marcos
Mauricio Silva
Mirian Goldenberg
Vilenia V. P. Aguiar
REVISÃO DA VERSÃO DIGITAL
Kenny Weinstein Teixeira
DESIGN GRÁFICO
Zoludesign
PRODUÇÃO
Silvia Paes Barreto


Esta publicação foi realizada de forma colaborativa e não teria sido possível sem a 
generosidade de cada uma das instituições, autores, pesquisadores, fotógrafos e ser-
vidores públicos, aos quais agradecemos todo o empenho e parceria, na produção dos 
textos, na cessão de uso de imagens e nas demais contribuições que dão corpo a este 
livro. A cada um dos abaixo citados, a nossa profunda gratidão:
À parceria celebrada entre e Instituto Brasileiro de Museus/Ibram e a Fundação 
Joaquim Nabuco/Fundaj, fruto do estreitamento das relações já existentes entre os 
Ministérios da Cultura e da Educação, e entre a Coordenação dos Museus da Fundaj e 
o Museu da Abolição, que possibilitou a diagramação;
Às instituições Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC, Museu da República/ Ibram/
MinC, Museu Casa Margarida Maria Alves; Secretaria de Mulheres Trabalhadoras Rurais 
da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura-CONTAG; Secretaria de 
Políticas para Mulheres (SPM – Secretaria de Políticas para s Mulheres do Ministério das 
Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos); Instituto Itaú Cultural; Centro 
Pagu Unisanta; Museu de Imagens do Inconsciente; Memorial Severina Paraíso da Silva 
(Mãe Biu); Museu de Arqueologia e Etnologia/USP; Museu Virtual Bertha Lutz/UnB, 
Editora Rocco e Editora Ática, que cederam imagens das obras das mulheres seleciona-
das para esta edição;
Às autoras e autores: Tatau Godinho (Ex-Secretária da Secretaria de Políticas 
para as Mulheres do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos 
Humanos), Daniela Matera Lins Gomes (MNBA/Ibram), Eneida Quadros (/DPMUS/
Ibram), Daniel Barreto da Silva (MNBA/Ibram), Mario Chagas (MR/Ibram/MinC), 
Laura Abreu (MNBA/Ibram), Maria Margaret Lopes (UNB), Elena Pajaro Peres (USP), 
Bárbara Figueiredo Souto, Vilenia Aguiar (Pesquisadora do Núcleo de Pesquisas so-
bre Agricultura Familiar da UFSC), Lucia Teixeira (Centro de Estudos Pagu), Eurípedes 
Gomes da Cruz Junior (MNBA/Ibram), Marlon Marcos Passos, Mirian Goldenberg 
(UFRJ), Euripedes Junior (MNBA/ Ibram), Maurício Silva (MAE/USP), Henrique de 
Vasconcelos Cruz (Museu do Homem do Nordeste/Fundaj), Eduardo Castro (Museu do 
Homem do Nordeste/Fundaj), Clênio Sierra de Alcântara (Centro Cultural Estrela de 
Lia) e Hildo Leal da Rosa;
Aos fotógrafos Antônio Guerreiro, Emiliano Ferreira Dantas, João L. Musa, César 
Ramos dos Santos Carneiro, Wagner Souza e Silva;
Aos servidores da Fundaj: Mauricio Antunes, Henrique Cruz, Silvia Barreto, e Silvana 
Araujo, e do Ibram: Flora Maravalhas e Patrícia Albernaz;
À revisora da versão digital dos textos, Kenny Weinstein Teixeira.
A todas e todos os colaboradores, que trabalharam e dispensaram energia para que 
essa publicação se tornasse disponível aos públicos.


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Este livro foi produzido entre julho 
e dezembro de 2016. As fontes utilizadas 
foram Ronnia, desenhada por Veronika 
Burian e José Scaglione e publicada pela 
TypeTogether em 2007 e a Chaparral, 
desenvolvida por Carol Twombly em 1997 
e comissionada pela Adobe.



Um livro como esse que se enuncia dentre muitas das significativas 
iniciativas de dar visibilidade à presença das mulheres na nossa sociedade 
nas últimas décadas é mais do que um desvelar de pequenas e, ao mesmo 
tempo, grandes personagens da história das mulheres no Brasil. Significa 
recuperar nas personagens selecionadas, não uma virtude e virtuosidade 
essencial de algumas mulheres, sem dúvida, relevantes em várias áreas de 
atuação, da vida coletiva, às artes, à literatura, às ciências e da militância, 
mas uma sinalização de um registro que não se pode mais apagar e de um 
espelho para as novas gerações de mulheres.
A luta pela igualdade de direitos, desde as nossas primeiras feministas que 
despontaram na imprensa nos finais do século XIX, como Francisca Senhorinha 
da Motta Diniz, já nos dá uma ideia de que temos uma herança a zelar e um 
impulso para descortinar muitas referências ainda pouco conhecidas.
Nossa história coletiva ganha com acercar-se desse conjunto de mulheres 
que foram sujeito da história de nosso país: sim, temos pintoras, 
escultoras, escritoras, atrizes, cientistas que foram rebeldes e afirmaram-se 
como protagonistas.
Além do reconhecimento de mulheres que fizeram a diferença, 
a contribuição desse livro é incentivar a reinvenção de caminhos, 
principalmente para as jovens mulheres, ativistas ou não, mas que sim, 
abraçam as ideias do feminismo pela igualdade entre mulheres e homens, 
pela liberdade e autonomia na vida cotidiana. 
Com certeza vibraremos muito mais, nos entusiasmaremos muito mais com 
novas descobertas de mulheres e suas lutas, desejos e histórias. Essa busca 
de nosso passado, presente e futuro é um encontro com novas e antigas 
referências. Porque sim, nós mulheres fazemos história.
tatau godinho



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