Assim, o cultivo do café, que teve como área geográfica todo o Vale do rio Paraíba do Sul, ao longo dos



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Fazenda Santo Antônio do Paiol.

Valença, RJ. Antiga propriedade

dos herdeiros de Manoel Antônio

Esteves. Somente parte do

conjunto resistiu ao tempo.

Marc Ferrez. Coleção Gilberto

Ferrez. IMS.

• O lavador de café;

• O(s) terreiro(s) para a sua secagem, de terra ou calçado;

• O engenho para beneficiamento dos grãos (engenho de café);

• As tulhas para armazenagem do café seco a ser beneficiado;

• E, ainda, a senzala, que abrigava a  escravaria, a mão-de-obra envolvida em todo o processo   produtivo e 

que fazia funcionar, realmente,  a empresa agrícola do café e, por isso, também considerada no conjunto 

das cinco edificações, diretamente ligada à “atividade fim” da fazenda.




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Variando de acordo com o porte da fazenda —- em terras, produção e recursos financeiros e da sua 

capacidade  e/ou  interesse  em  ser,  parcial  ou  totalmente,  auto-suficiente  —  podiam  existir  ou  não, 

em  porte  menor  ou  maior,  outras  edificações  e  áreas  de  trabalho  vinculadas  às  “atividades  meio”  do 

empreendimento.

Seriam elas:

• O engenho de açúcar e aguardente, o de “serra” e os que beneficiavam outros cereais, como os         

  moinhos de fubá, de farinha de mandioca e de arroz;

• Os depósitos de ferramentas e utensílios;

• As oficinas, principalmente, de carpintaria e forjaria;

• A enfermaria para os escravos, que em algumas fazendas eram verdadeiros “hospitais”, com,  

  farmácia  e consultório para o “médico de partido” ;

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• As demais moradias, casas para o pessoal da “administração”, entre outros, os temidos e 



  geralmente mal vistos feitores; e para o capelão e o boticário, quando permanentes;

• Os paióis para os cereais, ventilados e alteados do chão para fugir ao ataque dos roedores;

• A olaria para a confecção de telhas e adobes;

• Os ranchos para os animais da tropa, mais presentes até o advento da ferrovia, e para os carros da  

  fazenda, de passeio da família ou de trabalho, como os puxados por bois;

• As baias para os animais de montaria; as pocilgas; os galinheiros; os currais;

• Além de áreas de trabalho não cobertas, como os pomares e as hortas.



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