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Encontro08.10.2019
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Resultados e Discussão: No primeiro grupo, com menor número de casos, mas com início mais precoce de administração do fár-

maco, até às 16 semanas, concluiu-se que a aspirina poderia ter um papel positivo na redução de risco de gravidade da pré-eclâmpsia; 

o segundo grupo, com maior número de casos nos estudos, mas com condições menos restritas de entrada e de tempo de início do 

fármaco, teve resultados mais controversos. As meta-análises destes estudos concluíram que os resultados favoráveis estavam as-

sociados às condições de e momento da administração. 

Conclusão: Não existindo ainda alternativas ou fármacos que lhe possam ser associados, a aspirina em baixas doses (80 a 150 mg/

dia) ao deitar, iniciada no 1º trimestre e até às 16 semanas mantém-se um fármaco seguro, que tem contribuído para redução do risco 

de pré-eclâmpsia precoce, com as consequências que lhe estão associadas. 

Palavras-chave: Aspirina; Pré-eclâmpsia/prevenção e controlo. 



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