Arte do ocidente europeu


O Alto Renascimento em Itália, 1495-1520



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O Alto Renascimento em Itália, 1495-1520


Resumo

Durante um curto período de tempo nos inícios do séc. XVI, artistas de grande técnica e visão não só coexistiram como também competiram entre si, tentando exceder-se nas respectivas artes. Este período, chamado Alto Renascimento, tem sido considerado como a marca de água da arte europeia. A mente inquiridora de Leonardo da Vinci, bem como o seu uso da luz; a fusão ambiciosa por Bramante das formas arquitecturais da Antiguidade com as funções modernas; as poderosas representações do corpo humano por Miguel Ângelo; as inexcedíveis composições de Rafael; a sensibilidade de Giorgione na captação de atmosferas; e a forma brilhante como Ticiano tratou a cor; todas estas inovações têm sido louvadas desde então.

A actividade destes artistas desenvolveu-se num período tumultuoso de intensa criatividade, apoiada por alguns mecenas fundamentais. O desaparecimento destes últimos e a morte, ou dispersão geográfica, dos artistas fez com que a competição perdesse a intensidade. Por volta de 1520, Leonardo, Bramante, Giorgione e Rafael tinham morrido. O generoso mecenato da Igreja Católica diminui quando a instituição se viu ameaçada pelo jovem Martinho Lutero em Witenberg, à medida que a Reforma ganhava força e influência. Os dois únicos artistas que assistiram ao final do Alto Renascimento, Miguel Ângelo e Ticiano, adaptaram-se à mudança de condições e mantiveram-se activos após 1520.




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