Apps para dispositivos móveis: manual para professores, formadores e bibliotecários



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Ficha Técnica
Título
Apps para dispositivos móveis: manual para professores, formadores e bibliotecários
Organização
Ana Amélia A. Carvalho (Coord.)
Editor
Ministério da Educação
Direção-Geral da Educação
Design
Isabel Espinheira
ISBN
978-972-742-398-9
Tiragem
500 exemplares
Data
dezembro 2015



Índice 
Prefácio        
| 7
Apps para ensinar e para aprender na era mobile-learning 
 
 
Ana Amélia A. Carvalho   
 
 
      
| 9
Active Textbook: adicionar interatividade a um PDF e 
criar quizzes 
 
 
Sónia Cruz  
 
 
 
 
     
   
| 19
Aurasma Studio: para realidade aumentada
 
 
José Gomes e Cristina Gomes    
 
    
| 29
C: Geo - aplicação para geocaching
 
 
Sónia Cruz e Célio Gonçalo Marques    
 
| 55
Calaméo: e-books interativos
  Sónia 
Cruz 
 
     
| 69
Cogi: para capturar áudio e partilhar anotações
  Célio 
Gonçalo 
Marques 
    
| 77
Edmodo: uma plataforma educativa para explorar
  Conceição 
Malhó 
Gomes 
 
   
| 91
Educreations e ShowMe: para transformar o tablet num 
quadro virtual 
  Adelina 
Moura 
 
     
| 105
Google Drive: Ferramentas para a sala de aula
  Teresa 
Pombo 
 
     
| 115
Gosoapbox: quizzes, sondagens e debates
  Idalina 
Santos 
 
     
| 153
Habitica: gamifique as suas aulas
  Inês 
Araújo 
 
     
| 165
ImageChef: para trabalhar texto e imagem com criatividade 
  Idalina 
Santos 
 
     
| 189
Kahoot: quizzes, debates e sondagens
  Daniela 
Guimarães 
 
    
| 203
Lensoo Create: para transformar o tablet num quadro virtual
  Célio 
Gonçalo 
Marques 
    
| 225
Nearpod: uma solução integrada para avaliação, apresentação 
e colaboração   
 
  Adelina 
Moura 
 
     
| 239
Powtoon: apresentações criativas
  Sónia 
Cruz 
 
     
| 247


QR Code: um código que pode dizer muito
  Sónia 
Cruz 
 
     
| 259
Skype, Google Hangouts e Viber: comunicação online
  Adelina 
Moura 
 
     
| 269
StudyBlue: cartões de estudo digitais e outras atividades 
  Adelina 
Moura 
 
     
| 279
Tagxedo: criar nuvens de palavras 
  Hugo 
Martins 
 
     
| 289
Team Up: formar equipas e acompanhar o processo
  Ana 
Paula 
Alves 
     
| 299
Tellagami: criação e partilha de vídeos
  Célio 
Gonçalo 
Marques 
    
| 317
Text2MindMap: mapas mentais
  Idalina 
Santos 
 
     
| 327
Toondoo: criação de banda desenhada
  João 
Paulo 
Silva 
     
| 335
Unity3D: um game engine para o desenvolvimento de 
objetos didáticos gamificados
 
 
Cristina Gomes e José Gomes    
 
 
| 345
Autores 
 
       
| 361





7 | Apps para dispositivos móveis
É com prazer que a Direção-Geral da Educação (DGE) lança esta publicação, 
resultante do trabalho realizado por diversos docentes que, no dia-a-dia das suas 
práticas escolares, recorrem a ferramentas e aplicações para dispositivos móveis em 
contextos de ensino e aprendizagem.
Esta edição tem como objetivo apoiar as escolas e os docentes na integração 
curricular das TIC, proporcionando o acesso à descrição de ferramentas, a tutoriais 
que esclarecem sobre formas de utilização das mesmas e, sobretudo, a exemplos 
práticos de como as mesmas são já usadas em sala de aula.
O trabalho colaborativo, a pesquisa, a leitura, a escrita, a criatividade, o trabalho de 
projeto e outras atividades de aprendizagem podem ser, hoje em dia, suportados 
pela utilização de ferramentas e aplicações que, tirando partido dos equipamentos e 
acessos disponíveis nas escolas, as transformam em verdadeiras “escolas do século 
XXI”.
Acreditamos que o recurso a estas ferramentas poderá transformar cada sala de 
aula num laboratório de aprendizagem onde são construídos os cenários de um 
ensino inclusivo e promotor do sucesso educativo dos nossos alunos.
José Vítor  Pedroso
Diretor-Geral da Direção-Geral da Educação, 2015



8 | Apps para dispositivos móveis


Apps para ensinar e para aprender na era mobile learnig - Ana Amélia Carvalho  | 
9 |
Apps
 para ensinar e para aprender na era mobile learning
Ana Amélia Amorim Carvalho
anaameliac@fpce.uc.pt
Este capítulo estrutura-se em três partes.  A primeira de sensibilização e de motivação 
para a utilização dos dispositivos móveis em contextos educativos e de formação, a 
segunda parte apresenta o livro Apps para dispositivos móveis: manual para professores, 
formadores e bibliotecários propondo três eixos complementares para a utilização 
das aplicações (apps) descritas, integrando-as na diversidade de tarefas a serem 
desenvolvidas em contextos de ensino e de aprendizagem por alunos, bem como 
por professores, formadores e bibliotecários. A terceira e última parte alerta para 
a Educação 3.0.
Os dispositivos móveis: nossos aliados no dia a dia e em contextos 
educativos e formativos
Os dispositivos móveis vieram alterar a facilidade de acesso à informação e à 
comunicação, fazendo com que possamos, em qualquer momento, para nosso bem-
estar ou para nosso desassossego, contactar alguém ou sermos contactados. 
Conectamo-nos a ideias e a pessoas online, dando-nos  a sensação de estarmos 
sempre com alguém ou a aprender alguma coisa. O conectivismo, como o 
caracterizam George Siemens (2005) e Stephen Downes (2006), é efetivamente 
uma nova forma de estar, de aprender e de interagir, sem ser propriamente uma 
teoria (cf. Carvalho, 2007).
Se, no nosso dia a dia, os dispositivos móveis são inseparáveis da nossa vivência, 
porque não os usar em contexto educativo e formativo? O facto de termos sempre 
à mão um smartphone ou um tablet permite-nos aprender em qualquer lugar e a 
qualquer hora, concretizando o mobile learning (aprendizagem móvel). Quinn (2011) 
identificou quatro Cs
1
 (que os dispositivos móveis facultam): consumo de conteúdos
interação com as capacidades computacionais dos dispositivos móveis, capacidade 
de comunicar com os outros e a possibilidade de facilmente se capturar o contexto 
através de vídeo, imagem, áudio, localização e tempo.
Como refere o psicoterapeuta Michael Hausauer (apud Carr, 2012, p. 149), os 
1 Os quatro Cs de Quinn (2011) são: Content, Compute, Communication e Capture.



10 | Apps para dispositivos móveis
adolescentes e os adultos jovens ‘’têm um tremendo interesse em saber o que se 
está a passar nas vidas dos outros pares, juntamente com uma tremenda ansiedade 
em relação à hipótese de não pertencer ao grupo”.  Além disso, como salienta 
Nicholas Carr (ibidem), “se deixam de enviar mensagens, arriscam tornarem-se 
invisíveis”. O telemóvel tornou-se um dispositivo inseparável do seu dono, que o 
professor, na aula, não pode ignorar. É preciso rentabilizar os dispositivos móveis 
dos alunos, tirando partido da ideia já generalizada de Bring Your Own Device (BYOD). 
A diversidade de aplicações (apps) para dispositivos móveis é imensa e grande 



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