Ano XV nº 7 Jan/Fev/Mar/Abr 2006 triagem do avc isquêmico agudo ayrton Roberto Massaro



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Revista da Sociedade  de Cardiologia do Rio Grande do Sul - Ano XV nº 07 Jan/Fev/Mar/Abr 2006

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TRIAGEM DO AVC ISQUÊMICO AGUDO



Ayrton Roberto Massaro

Professor Adjunto da Disciplina de Neurologia da Universidade Federal de São Paulo – EPM



Artigo

SOCIEDADE

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REVISTA da

de CARDIOLOGIA do

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RIO GRANDE DO SUL

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Introdução

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, ocorrem

no mundo cerca de 6 milhões de mortes/ano relacionadas ao AVC,

sendo grande parte nos países em desenvolvimento. O AVC é a

terceira maior causa de morte, depois das doenças coronarianas

(7,2 milhões) e câncer (7,1 milhões), um número muito mais alarmante

do que AIDS (2,8 milhões) ou outras doenças infecciosas, como

tuberculose (1,6 milhões), que recebem a maioria dos recursos

mundiais de saúde pública. No Brasil, apesar de haver nítidas

diferenças regionais na prevalência e mortalidade, decorrentes

principalmente das influências étnicas e sócio-econômicas, recentes

estatísticas indicam que o AVC é ainda a causa mais freqüente de

óbito em parte desta população. Cerca de 129.000 mortes relacionadas

ao AVC foram constatadas pela Organização Mundial de Saúde no

Brasil em 2002.

Urgentes medidas preventivas são obrigatórias para reduzir

não somente a mortalidade, mas também a incapacidade funcional,

freqüente dos pacientes com AVC isquêmico. Além disso, recentes

avanços no tratamento dos pacientes com AVC isquêmico agudo

provocaram mudanças radicais na conduta adotada durante a fase

aguda, e impuseram aos sistemas de saúde uma nova visão de

atendimento a estes pacientes, semelhante ao infarto agudo do

miocárdio, em centros especializados com unidades específicas, as

unidades de AVC. No entanto, a viabilidade do tratamento dos

pacientes com AVC isquêmico agudo somente será possível se os

sinais e sintomas de AVC forem conhecidos pela população, os

serviços de emergência forem ágeis e eficientes, e se houver

conscientização das equipes clínicas, que deverão identificar e

rapidamente tratar estes pacientes. O diagnóstico incorreto pelos

profissionais de saúde que trabalham nos serviços de emergência

médica de triagem representa uma das importantes barreiras para o

sucesso do tratamento da fase aguda do AVC. A seguir discutiremos

alguns pontos considerados estratégicos para esta fase do tratamento

do AVC agudo.





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