Ano nº Novembro/Dezembro de 2013 a segunda Assembleia Consolidando a História



Baixar 68.69 Kb.
Pdf preview
Página1/4
Encontro16.03.2020
Tamanho68.69 Kb.
  1   2   3   4


1

Ano 2 – Nº 9 – Novembro/Dezembro de 2013

A Segunda Assembleia – Consolidando a História

Com calma. Com planejamento. Sem ne-

nhum atropelo. Assim caminha a história da 

Área 33-MG, desde o sonho de trinta anos 

atrás; desde a criação da Comissão para 

implantação; desde a formação do primeiro 

Comitê de Serviço; homologado na Primeira 

Assembleia, em 28/4/2013; desde sempre...

Todas as ações desenvolvidas estão em 

fase de experimentação, de sedimentação 

de ideias, de avaliações de resultados. São 

reuniões descentralizadas, seminários experi-

mentais, aparelhamento para informatização 

moderna e necessária para interação da Área 

33-MG com todos os organismos de Serviço 

de A.A. e com o mundo inteiro, aquisição do 

mobiliário necessário para funcionamento, 

entre muitas outras realizações.

Tudo isso tem sido realizado por meio dos 

Grupos e Distritos, com incondicional apoio 

e entendimento do alicerce sólido que está 

sendo construído.

Por essa razão, realizou-se agora, em 17 

de novembro de 2013, a Segunda Assem-

bleia da Área 33-MG, quando foi realizada 

a eleição do MCA suplente, cabendo ao 

companheiro Fábio C. a responsabilidade 

desse encargo, tendo sido eleito por 72 vo-

tos "sim", com 1 voto "não" e 1 voto "nulo", 

dos 74 votos apurados. 

Complementando todo 

o Comitê de Serviço 

da Área 33-MG, fo-

ram preenchidos tam-

bém os encargos de 

Delegado e Delegado 

Suplente, definindo-se 

por maioria absoluta os 

nomes dos companhei-

ros Vicente (Nem), de 

Ubá, e da companheira 

Edilma, de Barbacena, 

respectivamente, que 

receberam 70 votos 

"sim", 3 votos "não" e 

1 voto "nulo", dos 74 

votos apurados, para a responsabilidade da 

representatividade da Área 33-MG na XXXVIII 

Conferência de Serviços Gerais de A.A., em 

2014. Cabe registrar que ambos cumpriram 

todos os requisitos para os encargos, com a 

entrega da documentação em tempo hábil. A 

Assembleia também indicou o companheiro 

Figueiredo, de Cataguases-MG, como can-

didato a membro do Conselho Fiscal da JU-

NAAB. 


Revendo todas as recomendações, cuida-

dosamente aprovadas pela 1ª Interdistrital da 

Área 33-MG, fica o entendimento da respon-

sabilidade do companheiro Vicente, em quem 

está depositada toda a confiança dos compa-

nheiros e companheiras que fizeram dele a 

voz de todos(as), numa única voz. Que o Po-

der Superior o acompanhe todo o tempo nes-

sa jornada, fortalecendo-o no conhecimento, 

na boa vontade, na razão, no entendimento.

Dessa forma, a Área 33-MG continua seu 

caminho. Sem pressa. Sem atropelos. E na 

certeza de que o alicerce precisa ser firme, 

sólido e transparente; e só será assim se cada 

um de nós aplicarmos, em nossas vidas, os 

princípios da Irmandade. Desde ontem, des-

de sempre... 



2

N

a XXIII Conferência de Serviços 



Gerais, em 1999, ao apagar das 

luzes do século passado, o então Presi-

dente da JUNAAB, Dr. Luiz Renato Cara-

zzai nos alertava dizendo que “Alcoólicos 

Anônimos precisa modernizar-se. Deve-

mos assumir o progresso. “Precisamos, 

porém, fixar o caminho e a velocidade 

adequados”.

Na verdade, ele parafraseava Bill W. 

quando dizia, em sua última mensagem, 

que “Com o passar dos anos o A.A. 

deve e continuará a mudar. Não pode-

mos e nem devemos retroceder no tem-

po. (...)”.

Num momento de “indiferenças, em 

que as incertezas e a sensação de impo-

tência estão presentes, em decorrência 

de contínuas crises econômicas, políti-

cas e sociais”, era preciso evidenciar os 

pontos semelhantes entre nós e externar, 

compartilhando, a consciência da nossa 

grande tarefa.

Tendo o privilégio de poder “modificar 

as coisas, de indicar novos horizontes, de 

aumentar o alcance da irmandade, de le-

var dignidade a tantos que ainda sofrem 

do alcoolismo”, não podemos nos esqui-

var dessa responsabilidade.  

Assumindo essa responsabilidade, to-

mamos ciência de vários atributos que 

um tanto de nós já os havíamos esque-

cido e outra parcela nem sequer um dia 

os conheceu.

Com histórias e caminhos distintos, 

podemos hoje constatar que crescemos e 

Amigos & Histórias 

não devemos subestimar o nosso papel 

na sociedade.

Lembrando que “o eixo central de nos-

sa Irmandade continua 

sendo os Doze Passos 

e as Doze Tradições”, o 

Dr. Carazzai ainda nos 

alerta para que “tenha-

mos a certeza de que 

não representamos uma 

instituição, mas que fo-

mos frutos de uma cons-

ciência coletiva de uma Irmandade que 

possibilita elevar a qualidade de vida, 

que possibilita resgatar seus valores es-

pirituais”.

“Não nos esqueçamos de que o nosso 

trabalho não é apenas uma ocupação; 

todos aqui chegamos por diversos percur-

sos, com histórias distintas, porém todos 

estamos aqui por uma vocação, uma vo-

cação que não podemos desonrar. Não 

há força maior que a nossa entrega a um 

compromisso com a perseverança. Nós 

crescemos quan-

do temos a cora-

gem de superar 

nossas limitações 

de ir além de nós 

mesmos, na busca 

de um futuro pro-

missor.


Somos únicos, mas compomos um 

todo, e, para mantermos essa unidade

precisamos de uma ação eficiente; pre-

cisamos delegar atividades operacionais 

para representantes que possam falar e 

agir pelo todo; considerando o principio 

da autoridade e responsabilidade dele-

gada, precisamos ter capacidade de jul-

gamento e inspiração.

É necessário assumir uma liderança, 

sabendo que nenhum líder é impessoal, 

nenhum líder é perfeito, mas que precisa 

ter dedicação, visão e habilidades para 

determinadas atividades.

Precisamos, portanto, encontrar as 

pessoas certas para cada tarefa.

Sabemos também que nenhuma so-

ciedade funciona sem uma liderança; 

Alcoólicos Anônimos não é exceção. E 

uma boa liderança é aquela que elabora 

planos e ideias para melhorar; mas nos 

assuntos de maior importância faz con-

sultas e amplia o debate. Sabe que boas 

ideias podem vir de qualquer um, poden-

do modificar sua opinião inicial.

A liderança pode muitas vezes ter 

críticas; as construtivas são verdadeiras 

e bem-vindas; 

mas muitas ve-

zes pode ter 

oposição, sim-

plesmente com 

o objetivo de 

ser contra. Estes 

fazem comentá-

rios, acusam, di-

famam, tentam destruir; fazem a divisão. 

Não percebem a que servem; mas nós 

sabemos que eles são um pouco mais 

doentes do que nós; muito além dos de-

feitos de caráter; são também doentes de 

espírito.

Mas a verdadeira liderança tem uma 

maneira muito própria de colocar sua 

maneira de pensar, que faz com que nós 

desejemos apoiá-la e ajudá-la.

Precisamos diferenciar liderança de 

presidência. “Somente uma liderança 

(autoridade) pre-

side, em última 

análise, ao nos-

so propósito co-

mum – um Deus 

amantíssimo que 

Se manifesta em 

nossa consciência 

coletiva.”

Desejando a todos os participantes 

uma discussão profícua durante a Confe-

rência, enfatizou que precisamos buscar 

um aprimoramento e “descobrir novas 

formas e métodos de trabalho.”

Cientes de que as preocupações do 

Dr. Carazzai continuam atuais, a reda-

ção do Passe Adiante concorda com o 

seu desejo de que a consciência coleti-

va nos governe, mas relembra o cuidado 

que devemos ter com as ‘novas formas 

e métodos de trabalho’, mormente ante 

o crescimento vertiginoso de técnicas e 

ferramentas cibernéticas. E vale lembrar 

novamente da preocupação de Bill W., 

na sua última mensagem: “Sem dúvi-

da, acredito firmemente que o princípio 

do anonimato deve permanecer como 

primordial e permanente medida de se-

gurança. Enquanto aceitarmos nossa so-

briedade em nosso tradicional espírito do 

anonimato, continuaremos recebendo as 

Graças de Deus”.

Palavras de Abertura da 

XXIII Conferência de

Serviços Gerais, em 1999

Tendo o privilégio de poder “mo-

dificar  as  coisas,  de  indicar  novos 

horizontes,  de  aumentar  o  alcance 

da irmandade, de levar dignidade a 

tantos que ainda sofrem do alcoolis-

mo”, não podemos nos esquivar dessa 

responsabilidade. 

Nenhuma  sociedade  funciona  sem 

uma liderança; Alcoólicos Anônimos não 

é exceção. E uma boa liderança é aquela 

que elabora planos e ideias para melho-

rar; mas nos assuntos de maior impor-

tância faz consultas e amplia o debate. 







Compartilhe com seus amigos:
  1   2   3   4


©historiapt.info 2019
enviar mensagem

    Página principal