Acordos mundiais



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#26168
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21443
Trabalho escolar, Primeira Revolução Industrial 102131
e
ducação 
a
mbiental
71 
Passados 20 anos da Rio-92, alguns questionamentos se tornam 
pertinentes. Quais os avanços promovidos pelos documentos assinados nessa 
Conferência, no cenário mundial? O Brasil tem se esforçado para cumprir as 
metas desses documentos? 
Dessa maneira, o objetivo desse trabalho foi realizar uma reflexão crítica 
de dois dos principais acordos mundiais estabelecidos e assinados na Rio-92 em 
uma perspectiva atualizada. Dos acordos mundiais firmados durante a Rio-92, 
serão abordados nesse trabalho a Agenda 21 global e a Declaração do Rio sobre 
Meio Ambiente e Desenvolvimento. 
A Agenda 21 e o Estado da Arte 
A Agenda 21 Global - o principal registro da Rio-92 (KOHLER; PHILIPPI 
JR, 2005) - apresenta-se em 40 capítulos. Pode ser definida como um plano ou 
planejamento proposto para auxiliar na construção de sociedades sustentáveis, 
considerando métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência 
econômica, a fim de contribuir para o gerenciamento global necessário. 
Apresenta-se com o principal objetivo de promover um novo padrão de 
desenvolvimento - desenvolvimento sustentável - em uma perspectiva global. A 
denominação da Agenda 21 foi motivada pelo desejo de mudança do modo de 
desenvolvimento daquele momento para um desenvolvimento mais sustentável 
a partir do século XXI (MMA, 2013a). 
Os 40 capítulos da Agenda 21 se encontram divididos em quatro seções 
enfatizando os grandes dilemas da humanidade (CORDANI; MARCOVITCH; 
SALATI, 1997). 
Segundo Kohler e Philippi Jr (2005), a seção I se refere às questões 
econômicas e sociais em relação à pobreza e ao meio ambiente. Trata-se da 
necessidade de mudanças nos padrões de consumo; integração das questões 
do meio ambiente nas decisões dos governos; implantação de forma integrada 
de programas ambientais e desenvolvimento local considerando as questões 
regionais e demografia; combate a pobreza e promoção da saúde humana. 
A seção II mostra os desafios de contemplar a conservação e a gestão 
dos recursos naturais (CORDANI; MARCOVITCH; SALATI, 1997). Para Kohler 
e Philippi Jr (2005), indica a forma apropriada de uso dos recursos naturais, em 
concordância com a proteção atmosférica e o gerenciamento desses recursos. 
Já a seção III é dedicada as diferentes formas de apoio aos grupos sociais 
organizados. De maneira enfática é ressaltada a importância de um governo 
sustentável, com a necessária participação de todos da sociedade - 
organizações, sociedade civil, governos - na busca de gestão ambiental e social 
(KOHLER; PHILIPPI JR, 2005). 


Revbea, São Paulo, V. 10, N
o
3: 69-81, 2015. 
revista brasileira 
de 

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