A supervisão Pedagógica na Escola: Uma Reflexão Sobre a Estratégia Para Programação Criativa do Processo de Ensino-Aprendizagem. Caso da Escola Primária Completa de Muthita (2018-2019)


Teoria de base sobre a supervisão pedagógica



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monografia gomes 2020 outubro apa
1.8. Teoria de base sobre a supervisão pedagógica

  1. Modelo Clássico: A supervisão clássica no entender de Teles (1976, P. 140) "é uma atividade que se baseia na inspeção pura, e na fiscalização, para ver o que está sendo feito na escola. É uma actividade casual, repentina, imposta e autoritária, a função principal é fiscalização e avaliação". Nesse sentido, pode-se entender que os cursos e ou seminários de atualização para professores têm caráter obrigatório e não atende às diferenças individuais dos professores, tornando-se deste modo a supervisão como uma imposição. "É uma supervisão mais autocrática, superficial, quase que tratando apenas dos sintomas, sem averiguações mais profundas das causas determinantes" (Andrade, 1976, P. 12).

  1. Modelo comportamental ou Behaviorista: Com este modelo de supervisão escolar o supervisor toma em consideração as micro - situações que caracterizam o PEA, como por exemplo a observação dos professores quando em trabalho com pequenos grupos de alunos. Dá-se maior enfase ao comportamento do professor quando em leccionação, sem no entanto valorizar o contexto em que este PEA é desenvolvido. Alarcão e Tavares (2003) alertam-nos ainda para o fato de, com este cenário, se atribuir maior importância à forma como se ensina e não ao conteúdo a ensinar.

  2. Modelo Humanista Clínico: Com este modelo coloca-se o professor como a figura central da sua própria aprendizagem, conduzindo assim o supervisor a um papel de acompanhamento, ajuda e análise conjunta. Esta forma de fazer supervisão foi proposta por investigadores como Alarcão e Tavares (2003). Tendo em conta os limites dos modelos apresentados anteriormente este processo implicava um espírito de colaboração entre o supervisor e o professor e entre estes e os seus colegas; mas implicava também uma actividade continuada que englobasse a planificação ea avaliação conjuntas para além da observação e da análise. (Alarcão e Tavares, 2003, P. 24).


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