A riqueza do Significado dos Simbolos Bíblicos Judaicos



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T ALIT

No texto que se encontra no livro de Números 15:38-40. Este é o mandamento que todo judeu cumpri ao colocá-lo, ou seja, fazer uso do talit (manto ou xale de oração). 


É chamado de manto de oração devido à sua particularidade de conceder  a pessoa que o está usando, ”certo isolamento” daquilo que pode vir a distraí-lo quando se está orando ao Senhor. Também chamado e conhecido como barraca ou ainda, tenda. 
Quando Yeshua (Jesus) cita o texto de Mateus 6:6, que diz: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará”. A palavra grega usada neste texto é tameion (aposento), que vem da palavra heder, referindo-se ao talit como um quarto de oração, dando assim a idéia de um lugar único separado, que cabe apenas uma pessoa,  para o exercício da oração.
Quando um judeu que tem entendimento destas coisas, olha para alguém vestido com o talit, imediatamente recorda de pelos menos três princípios judaicos, a saber: 
1 – A Lei de D'us dada a seu servo Moisés.
2 – Que ele sendo um conhecedor das escrituras sagradas, é responsável em obedecer esta Lei, que é o maior bem precioso que ele pode adquirir neste universo.
3 – Também que ele foi chamado entre todos os outros povos, raças, nações e etnias para ser separados e santos. 
As franjas têm um significado ainda muito mais profundo e simbólico que está relacionado aos números que são: oito tranças e cinco nós, que somados dão um total de treze. O número oito nos fala de reinício (iniciar novamente, tentar novamente). O número cinco nos fala dos cinco primeiros livros da bíblia, a Torah, e ainda fala dos cinco ministérios que a igreja precisa entender e considerar e praticar. Treze fala em Coríntios, do maior dom que o homem pode ter em sua vida que é o amor. 
Conclusão D'us que é Amor e nos ama gostaria que nós (seres humanos) começássemos sempre os nossos dias sempre com o seu Amor pela sua palavra e ensinamentos escritos em sua Torah, praticando os cinco ministérios contidos nela. Sabendo que sempre haverá um recomeço para aquele que ama o Senhor e que procura praticar os seus mandamentos. A palavra “Tzit Tzit” (franja) tem em sua guematria o número seiscentos (600), somados com treze(13), (oito+cinco). Forma o número 613, que é exatamente o número de Leis contido na Tanach (Todo o Primeiro testamento).
O Talit é uma “Tenda Portátil”, que simboliza  “cobrir” , no sentido de estar no esconderijo do Altíssimo. Os homens, ramos frutíferos (Igreja) enxertados na Oliveira (Israel), podem fazer uso desse manto de oração, quando se tem entendimento para isso.

 



KIPA

Este é outro símbolo que tem um significado muito forte e lindo. Oriundo da raiz da palavra Kippur, que entre outros  sentidos, significa  cobertura. 


Sendo uma lembrança de que o seu usuário tem uma estatura e não pode acrescentar nada a ela. E que a partir desta estatura existe um D’us muito maior que ele a quem este prestará contas,  o D’us Criador de todo o Universo. 
Não se trata de um chapeuzinho apenas, como alguns costumam chamar, mas algo relacionado a D’us e que tem em seu objetivo a lembrança do tamanho de D’us em relação ao homem. Aquele que cobre, direciona, governa e está acima de tudo e de todos, e que a essência da escritura é de humildade, Levítico  8:9; Levítico 16:4. 
É interessante notar que todos os símbolos utilizados pelos judeus, é para que este se  lembre de seu compromisso com o Eterno D’us e que têm o sentido de trazer à sua memória (memória do homem), a reverência e a lembrança do Eterno .  Lamentações 3:21
É claro que Deus não precisa de símbolos para abençoar o homem, mas o detalhe é justamente este, pois o homem precisa de sinais e símbolos para lembrar-se de seu Criador. E estar sempre se lembrando de sua aliança feita com Ele. O homem foi criado “à imagem de D’us”.
Portanto ele deve vestir-se com dignidade. A cabeça como fonte de moral, representa a parte mais importante no corpo humano. 
Ao cobrir a cabeça, traz-se a memória de quem o usa que todo o seu ser, toda a sua vida deve estar debaixo da cobertura do Eterno.
O princípio do uso do kipá, está relacionado ao Sacerdote que assistia  diante do Senhor não podia estar com a cabeça descoberta no tabernáculo. 




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