A revolução Francesa



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#2376

A Revolução Francesa
Maria Antonieta foi uma arquiduquesa da Áustria e rainha consorte de França e Navarra, que se casou com o príncipe Luis XVI, como parte de um acordo entre os Países, numa tentativa de estreitar os laços entre os dois inimigos históricos. Devido a um preconceito que os Franceses tinham com Maria Antonieta não era vista com bons olhos pela maior parte da corte francesa.

Partir de uma grave crise financeira iniciada em 1783 agravou-se a tal ponto que o rei, em acordo com o ministro Calonne, decidiu convocar a Assembléia dos Notáveis, numa tentativa de implementar algumas reformas necessárias para aliviar a situação o país. Mesmo estando ausente das reuniões, Maria Antonieta foi acusada de tentar frustrar seus propósitos.

E dessas crises inicia, A Revolução Francesa  teve relevante papel nas bases da sociedade de uma época, além de ter sido um marco divisório da história dando início à idade contemporânea.

Foi um acontecimento tão importante que seus ideais influenciaram vários movimentos ao redor do mundo, dentre eles, a nossa Inconfidência Mineira.

Esse movimento teve a participação de vários grupos sociais: pobres, desempregados, pequenos comerciantes, camponeses (estes tinham que pagar tributos à nobreza e ao clero). A população da era dividida em clero, nobreza e povo.

O povo tinha que arcar com todas as despesas do que era da nobreza e do clero. Com o passar do tempo e influenciados pelos ideais do Iluminismo, o povo começou a se revoltar e a lutar pela igualdade de todos perante a lei. Pretendiam combater, dentre outras coisas, o absolutismo monárquico e os privilégios da nobreza e do clero.

O rei já não tinha mais como controlar a fúria popular e tomou algumas precauções para acalmar o povo que invadia, matava e tomava os bens da nobreza: o regime feudal sobre os camponeses foi abolido e os privilégios tributários do clero e da nobreza acabaram.

No dia 26 de agosto de 1789 a Assembléia Nacional Constituinte proclamou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.Em 1790, a Assembléia Constituinte reduziu o poder do clero confiscando diversas terras da Igreja e pôs o clero sob a autoridade do Estado. Essa medida foi feita através de um documento chamado “Constituição Civil do Clero”. Porém, o Papa não aceitou essa determinação.

O rei Luís XVI tentou reagir, mas o povo permanecia unido, tomando conta das ruas. O slogan dos revolucionários era “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”.

O rei Luís XVI não aceitou a perda do poder e passou a conspirar contra a revolução, para isso contatava nobres emigrados e monarcas da Áustria e Prússia (que também se sentiam ameaçados). O objetivo dos contra-revolucionários era organizar um exército que invadisse a França e restabelecesse a monarquia absoluta, Luís XVI quis se unir aos contra-revolucionários e fugiu da França, mas foi reconhecido, capturado, preso e mantido sob vigilância junto com sua família que posteriormente foi presa na Torre do Templo. Nove meses após a execução de seu marido, Maria Antonieta foi julgada, condenada por traição, e guilhotinada.



Referencias:

https://www.youtube.com/watch?v=XnoZmPBysxI

http://www.infoescola.com/historia/revolucao-francesa/

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