A reabilitação Cardíaca em Contexto Comunitário: aptidão física funcional da pessoa idosa com doença cardiovascular



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Relativas: 
 
Anormalidades eletrolíticas  
- Taquiarritmias ou bradiarritmias 
- Bloqueio auriculoventricular avançado 
-Fibrilação auricular com taxa ventricular não controlada 
-  Cardiomiopatia  hipertrófica  com  obstrução  da  via  de 
saída pico ventrículo esquerdo em repouso > 25 mmHg 
- Dissecação aórtica conhecida 
- Hipertensão grave em repouso (PAS > 200 mmHg e PAD 
> 110 mmHg) 
- Incapacidade mental  que impossibilite cooperar com o 
treino  
 


22 
 
Legenda: ECG – Electrocardiograma; EAM – Enfarte Agudo do Miocárdio; PAS/PAD: Pressão arterial 
sistólica/diastólica 
 
 
 
3.4  Estratificação do Risco Cardiovascular 
 
Como  mencionado  anteriormente,  antes  de  poderem  ser  admitidos  num  PRC,  todas  as 
pessoas  com  DCV  passam  por  uma  avaliação  inicial  que  ditará  qual  o  tipo  de  programa  mais 
adequado ao perfil de risco, qual o grau de supervisão médica necessária, a intensidade e o local 
para ser executado. Existem vários métodos de estratificação do risco sendo as classificações de 
risco da AHA e do ACSM as mais utilizadas. Ambas baseiam a sua estratificação na avaliação inicial 
e nos resultados da PE (Soares & Gonçalves, 2013). 
A  AHA  utiliza  uma  classificação  com  base  em  4  categorias  de  risco.  As  pessoas  que  são 
referenciadas para os programas de RC encontram-se, normalmente, na categoria B e C, ou seja, 
encontram-se com risco baixo ou moderado de complicações durante o exercício físico. Como se 
pode verificar na Tabela 5 de forma mais pormenorizada, a categoria A refere-se aos indivíduos 
aparentemente  saudáveis;  a  B  às  pessoas  diagnosticadas  com  DCV  estável  com  baixo  risco  de 
complicações  para  a  prática  de  exercício  físico  vigoroso,  mas  com  risco  superior  a  indivíduos 
aparentemente saudáveis; a categoria C diz respeito às pessoas com DCV com risco moderado a 
elevado  de  complicações  cardíacas  durante  a  prática  de  exercício  físico  e/ou  incapazes  de 
autorregular o nível de atividade ou compreender as recomendações propostas; e a classe D que 
engloba todos as pessoas com doença não controlada, desde o início, com restrição para a prática 
de exercício físico (Gerald F. Fletcher et al., 2013; G. F. Fletcher et al., 2001; Soares & Gonçalves, 
2013). 
Tabela 5 - Estratificação do risco cardiovascular pela AHA 



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