A princesa e o sapo



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AGRADECIMENTO 
 
À PROSUP/CAPES/ por me propiciarem cursar com bolsa de estudo, o Mestrado em 
Linguística  Aplicada  na  Universidade  Católica  de  Pelotas,  instituição  de  onde  sou 
egressa do curso de Comunicação Social (habilitação jornalismo). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


RESUMO 
 
 
Esta  dissertação  tem  por  objetivo  investigar  de  que  modo  ocorre  a  construção  e  a 
representação da personagem 
feminina no filme de animação “A princesa e o sapo” 
(2009),  dos  Estúdios  Disney.  Para  realizar  esse  estudo,  tomo  como  referencial 
teórico conceitos de distintas áreas do conhecimento, salientando-se os de gêneros 
do  discurso,  intertextualidade  e  polifonia,  conforme  Bakhtin  e  seu  Círculo,  além  de 
enfocar as noções de estereótipo e de gênero, como categoria cultural, vinculados à 
crítica  feminista.  Este  trabalho  encontra-se  dividido  em  dois  capítulos.  No  primeiro, 
apresento  o  referencial  teórico,  um  breve  histórico  dos  contos  de  fadas  e  um 
comentário  acerca  de  suas  adaptações  para  o  cinema,  a  partir  do  panorama  da 
produção  fílmica  das  nove  princesas  dos  Estúdios  Disney.  No  segundo  capítulo, 
destaco  a  met
odologia  empregada  na  análise  linguística  e  imagística  do  filme  “A 
princesa e  o  sapo”  com  base no  que  denomino  de  “núcleos  contextuais”,  os  quais 
compreendem  os  elementos  seguintes:  1)  tempo/espaço/constituição  familiar;  2) 
economia/amor verdadeiro/happy end, 3) cenário fílmico/canções/cores e traços e 4) 
fantástico/maravilhoso/misticismo.  Proponho  ainda  nessa  etapa,  um  estudo  das 
características físicas e comportamentais de Tiana, em termos comparativos com  o 
conto  “O  rei  sapo”,  dos  Irmãos  Grimm  e  três  das  “princesas  Disney”:  Branca  de 
Neve,  Cinderela  e  Aurora.  Acredito  que  os  filmes  de  animação,  adaptações  de 
contos de fadas tradicionais, voltados para as crianças, transmitem normas, valores 
e significados, que influem diretamente na formação e construção de identidades de 
gênero. Por meio da abordagem à linguagem cinematográfica (verbal e imagística), 
foi  possível  desvelar  a  ideologia  presente  nesta  mídia  de  intercâmbio  social, 
enquanto espaço intertextual discursivo.  
 
 



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