A guerra da Arte



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A Guerra da Arte - Steven Pressfield
RESISTÊNCIA E CRÍTICA
Se você se vir criticando outras pessoas, provavelmente estará agindo
assim por Resistência. Quando vemos os outros começando a viver suas
vidas autênticas, ficamos loucos se não estivermos vivendo a nossa própria
vida real.
Os indivíduos que se sentem realizados em suas próprias vidas quase
nunca criticam os outros. Quando falam, é para oferecer encorajamento.
Observe-se. De todas as manifestações de Resistência, a maioria causa danos
apenas a nós mesmos. A crítica e a crueldade ferem a outros também.


RESISTÊNCIA É FALTA DE
CONFIANÇA EM SI
A falta de confiança em si mesmo pode ser uma aliada. Ela serve como
indicador de aspiração. Reflete amor, amor por algo que sonhamos fazer, e
desejo, desejo de realizá-lo. Se você flagrar-se perguntando a si próprio (e a
seus amigos) “Serei realmente um escritor? Serei realmente um artista?”, é
bem provável que você seja.
O falso inovador é extremamente autoconfiante. O verdadeiro morre de
medo.


RESISTÊNCIA E MEDO
Você está paralisado de medo? É um bom sinal.
O medo é bom. Como a falta de confiança em si próprio, o medo é um
indicador. O medo nos diz o que devemos fazer.
Lembre-se de nosso princípio básico: quanto mais medo tivermos de uma
tarefa ou vocação, mais certeza podemos ter de que devemos realizá-la.
A Resistência é experimentada na forma de medo; o grau de medo é igual
à força da Resistência. Portanto, quanto mais medo sentirmos sobre um
determinado empreendimento, mais certos podemos estar de que o
empreendimento é importante para nós e para o crescimento de nosso
espírito. É por isso que sentimos tanta Resistência. Se não significasse nada
para nós, não haveria nenhuma Resistência.
Você já viu o programa Inside the Actors Studio? O entrevistador, James
Lipton invariavelmente pergunta a seus convidados: “Que fatores o levam a
decidir aceitar um deter minado papel” O ator sempre responde: “O medo que
eu tenho dele”.
O profissional enfrenta o projeto que representa um desafio para ele.
Assume a tarefa que o levará por mares nunca antes navegados, que o
compelirá a explorar parte, inconscientes de si mesmo.
Ele tem medo? Sem dúvida. Ele está petrificado.
(Inversamente, o profissional recusa papéis que já fez. Já não os teme.
Para que desperdiçar tempo?)
Portanto, se você estiver paralisado de medo, isto é um bom sinal.
Mostra-lhe o que deve fazer.



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