A auditoria interna no estado português breve História



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EPORTING INTEGRADO 



 ESTUDO EXPLORATÓRIO NAS ENTIDADES PÚBLICAS EMPRESARIAS DO 

S

ETOR DA 

S

AÚDE

 

    

 

 

 

 

 

 

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incluindo iniciativas de prevenção e controlo de doenças. Por força da necessidade de adoção 

de um modelo de acreditação, foram definidos pela DGS os seguintes critérios -  Alinhamento 

com as grandes linhas da estratégia nacional para a qualidade na saúde; transversalidade e 

facilidade de adaptação aos vários tipos de unidades que constituem o sistema de saúde 

português, avaliação por profissionais da saúde nacionais e possibilidade de alargamento a 

outras áreas de acreditação em saúde; sustentabilidade económica, de forma a permitir a 

adoção generalizada do modelo de acreditação escolhido.  

Não obstante os méritos reconhecidos aos vários modelos de acreditação anteriormente 

implementados em Portugal, a escolha recaiu sobre o Modelo Agencia de Calidad Sanitaria de 



Andalucía  (ACSA), por se considerar ser o que melhor se adapta aos critérios anteriormente 

enunciados, por ser um modelo consolidado e reconhecido, concebido para um sistema público 

de saúde de organização semelhante ao português e destinatários idênticos em termos 

demográficos e epidemiológicos. Este Modelo da ACSA foi aprovado por Despacho da Ministra 

da Saúde (Despacho nº 69/2009, de 31 de agosto) como modelo oficial e nacional de 

acreditação em saúde, de opção voluntária. O modelo de acreditação contempla cinco 

dimensões sobre as quais incide a avaliação da qualidade. Essas dimensões são- O cidadão, 

centro do sistema de saúde; Organização da atividade centrada no utente; os profissionais; os 

processos de suporte e, por último, os resultados. No setor hospitalar foram identificados vários 

benefícios associados à certificação de qualidade ISO 9001, entre os quais: diminui o prazo de 

implementação de nova legislação; facilita a possibilidade de confirmar se determinado 

equipamento foi verificado ou esterilizado e  por quem; aumenta a motivação dos 

colaboradores; facilita a formação de novos  funcionários e; reduz a estrutura informal das 

organizações.  

Segundo Vaz (2014), a gestão do risco é um elemento vital na administração de qualquer 

organismo, constituindo-se como  um processo de análise dos riscos associados à atividade 

desenvolvida, pretendendo identificar, estimar e controlar a sua probabilidade de ocorrência e 

respetivo impacto, através de medidas que permitam evitar, reduzir e/ou assumir os riscos 

envolvidos. O processo de avaliação e gestão do risco tem em conta a combinação do grau de 

probabilidade de ocorrência de um acontecimento com a gravidade da consequência, visando-

se a alocação ideal de recursos à implementação de planos de ação para minimizar a 

exposição a riscos, na medida em que auxilia a identificação tanto do excesso de controlo 

aplicado a riscos de baixo potencial de perda, como da ausência de controlo a riscos 

considerados prioritários. A gestão do risco deve assumir uma dinâmica de continuidade e 

constante desenvolvimento aplicado à estratégia do organismo, integrando-se na cultura 

organizacional. Em suma, o controlo interno consubstancia-se num conjunto de procedimentos 

e atividades, suportado por manuais e diretrizes de boas práticas de reporte, abrangendo todos 

os setores de atuação do organismo, concebido e implementado de forma participada 






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