A auditoria interna no estado português breve História



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EPORTING INTEGRADO 



 ESTUDO EXPLORATÓRIO NAS ENTIDADES PÚBLICAS EMPRESARIAS DO 

S

ETOR DA 

S

AÚDE

 

    

 

 

 

 

 

 

3/13


 

 

INTRODUÇÃO 

 

As mais recentes recomendações do Tribunal de Contas no âmbito do controlo interno das 



entidades públicas empresariais  (E.P.E.)  do setor da saúde foram plasmadas em diploma 

legislativo (Decreto-Lei n.º 244/2012, de 9 de novembro). Atendendo à complexidade da gestão 

dos Hospitais E. P. E. reconheceu  -se a importância de reforçar os mecanismos de controlo 

interno, em benefício das boas práticas de gestão empresarial e de uma atuação mais eficiente 

e transparente da governação.  Com o diploma legal, procedeu--se  ainda,  à revisão do 

enquadramento jurídico do auditor interno, com novas exigências de qualificação, experiência 

profissional e maior capacitação jurídica.  Ao serviço de auditoria compete a avaliação dos 

processos de controlo interno e de gestão de riscos, nos domínios contabilístico, financeiro, 

operacional, informático e de recursos humanos, contribuindo para o seu aperfeiçoamento 

contínuo, devendo de igual modo, elaborar anualmente um relatório sobre a atividade 

desenvolvida, em que se refiram os controlos efetuados, as anomalias detetadas e as medidas 

corretivas a adotar  (artigo 17.º do Decreto-Lei).  Nesse sentido e, dada a magnitude do papel 

conferido aos responsáveis pela auditoria interna, não é de estranhar que  com  alguma 

regularidade  lhes seja solicitada colaboração ou elaboração de relatórios com informação 

referente, não só à  regular  atividade da auditoria interna, como de igual forma, sobre outras 

áreas da gestão hospitalar, tais como, a qualidade, o controlo interno ou os planos de gestão 

de riscos de corrupção e infrações conexas. O auditor interno é assim,  confrontado com a 

necessidade  de responder sobre  uma multitude de temáticas  perante as mais variadas 

entidades,  que muito frequentemente possuem alguns pontos de contacto entre si. Neste 

âmbito,  os relatórios integrados apresentam-se como um  modelo  que poderá coadjuvar o 

auditor interno a responder eficaz e eficientemente a todas estas solicitações, através de uma 

abordagem integrada, com o intuito de eliminar redundâncias  e garantir a  criação  consistente 

de valor pelas organizações. Partindo desta premissa, foram enviados questionários, aos 

auditores internos dos Hospitais E.P.E visando auscultá-los  sobre a utilização do reporting 

integrado, concluindo-se por uma vasta aceitação da utilização desta  ferramenta de trabalho. 

Com o intuito de abordar todos estes elementos, o presente estudo encontra-se estruturado em 

três partes, com efeito, na 1.ª parte do estudo analisa-se  a problemática da qualidade e da 

gestão do risco como corolário do controlo interno nas entidades públicas empresariais, na 2.ª 

parte o modelo do relatório integrado e a 3.ªparte concerne o estudo empírico. 

 

 



 

 

 



 




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