7ª e diç Ão atu aliz ada e a mp liada Atividade Física, Saúde Qualidade de Vida


BRASIL – PRATICANTES DE FUTEBOL E CAMINHADA, POR IDADE



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ATIVIDADE FÍSICA, SAUDE E QUALIDADE DE VIDA
BRASIL – PRATICANTES DE FUTEBOL E CAMINHADA, POR IDADE 
(IBGE / PNAD – ESPORTE E AF, 2015)
0
10
20
30
40
50
60
70
Caminhada
Futebol
60+
40-59
25-39
18-24
15-17
64,5
57,6
41,4
24,1
4,9
4,7
7,2
18,6
41,6
59,6
Faixa Etária
%
39,3%
49,1%
Entre aqueles que não praticam esporte ou atividade física, a falta de 
tempo é a principal razão no grupo de 18 a 59 anos, enquanto os mais jovens 
alegam falta de dinheiro e, para aqueles com 60 anos ou mais, os problemas 
de saúde e a idade são as principais desculpas. Chama a atenção o fato de 
que 35% dos que não praticam esporte não o fazem simplesmente por “não 
gostar ou não querer” – isso é ainda mais acentuado entre os mais jovens – 
57,3%! Apenas 1,9% dos não praticante explicam tal comportamento pela 
falta de dinheiro.
Por outro lado, tanto para homens quanto para mulheres, o motivo princi-
pal para a prática de atividades físicas é a promoção da qualidade de vida e o 
bem-estar (40,2%), seguido do interesse em melhorar a aptidão física (24,7%) 
e da indicação médica (15,7%).
É preocupante ver que a tendência observada em estudos anteriores (ape-
sar de menos abrangentes e representativos) ainda se mantém – 62,1% dos 


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s
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48
brasileiros com 15 anos ou mais NÃO PRATICAM ESPORTE OU QUALQUER 
FORMA DE ATIVIDADE FÍSICA regularmente, segundo se vê no suplemento 
do PNAD divulgado pelo IBGE (isso representava, em 2015, mais de 100 mi-
lhões de brasileiros!). Entre as mulheres esse percentual é maior (66,6%) do 
que entre os homens (57,3%). Considerando a idade, a prevalência de não 
praticantes aumenta de 46,4% (15-17 anos) para 72,4% (60+ anos) e diminui 
drasticamente quando o parâmetro de análise considerado é a escolaridade 
ou a renda familiar.
Na pesquisa de 2008 (IBGE/PNAD), quando perguntados se “iam a pé ou 
de bicicleta” de casa para o trabalho, o percentual de respostas positivas foi 
de 33,4% (33,8% dos homens e 32,8% das mulheres). Como se observou em 
outros estudos populacionais, o perfil de prática de atividades físicas é dife-
renciado conforme as características sociodemográficas e educacionais, como 
se pode ver na figura a seguir em relação aos anos de estudo da população. 
Tendência semelhante ocorre quando se estratifica por faixa de renda, confir-
mando a associação clara, pelo menos no Brasil, entre escolaridade e renda. 
Isso reforça a necessidade de promoção do lazer ativo, particularmente nos 
segmentos da população com menor escolaridade (ou renda) e a promoção 
do transporte ativo (caminhar ou pedalar) entre aqueles de renda superior.

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