56 o que é mesmo um fato? Conceitos e suas conseqüências para o jornalismo Liriam Sponholz Resumo



Baixar 247.8 Kb.
Pdf preview
Página9/9
Encontro21.09.2022
Tamanho247.8 Kb.
#25448
1   2   3   4   5   6   7   8   9
2642-Texto do artigo-5772-1-10-20100207
für Soziologie und Sozialpsychologie, Sonderheft 34, Jg. 46, pp. 214-233.
___________.: (2001) Der Ereignisbegriff in der Publizistikwissenschaft. Publizistik, v. 46, nº 2, pp. 117-139.
KUHLMANN, C. (1999) Die öffentliche Begründung politischen Handelns: zur Argumentationsrationalität 
in der politischen Massenkommunikation. Opladen, Wiesbaden: Westdeutscher Verlag.
LANGER, S. K. (1933) Facts: The Logical Perspectives of the World. The Journal of Philosophy, vol. 
30, nº 7, pp. 178-187.
MINDICH, D. T. Z. (1998) Just the Facts: How “Objectivity” came to define American Journalism. 
New York: New York University Press.
MORETZSOHN, S. (2007) Pensando contra os fatos. Jornalismo e cotidiano: do senso comum ao 
senso critico. Rio de Janeiro: Revan. 
PEREIRA, F. H. (2004) O `jornalista sentado` e a produção da notícia on-line no CorreioWeb. Em 
questão. vol. 10, nº 1, pp. 95-108.
PERUZZO, C. (2005) Mí dia regional e local: aspectos conceituais e tendências. Comunicação & 
Sociedade, v. 1, n. 38, pp. 67-84.
POPPER, K. R. (1984) Objektive Erkenntnis. 4. ed. Hamburg: Hoffman und Campe. 
___________. (2000) Subjektive oder objektive Erkenntnis? In: ___________. Lesebuch: ausgewählte 
Texte zur Erkenntnistheorie, Philosophie der Naturwissenschaften, Metaphysik, Sozialphilosophie. 
Tübingen: UTB für Wissenschaft, pp. 40-59.
QUADROS, C. I.; SPONHOLZ, L. (2006) Deu no blog jornalístico: é notícia? InTexto, v. 15, pp. 1-15.
QUÉRÉ, L. (2005) “Entre facto e sentido: a dualidade do acontecimento”. Trajectos, nº 5, pp. 59-75.
RESENDE, L. G. (2003) Economia, valor notícia e assessorias de imprensa. Disponível em: http://www.
bocc.ubi.pt/pag/resende-lino-economia-valor-noticia.pdf, acesso em 07.12.2009.
RODRIGUES, A. D. (1993) O Acontecimento. In: TRAQUINA, N. (Org.). Jornalismo: questões, teorias 
e “estórias”. Lisboa: Vega, pp. 27-33.
ROKEACH, M. (1968) Beliefs, Attitudes and Values: A Theory of Organization and Change. San 
Francisco: Jossey-Bass.
ROTHMAN, S. (1992) The media, the experts, and public opinion. In:___________. (org.). The mass 
media in liberal democratic societies. New York: Paragon House Publishers.
RUBIM, A. A.; COLLING, L. (2006) Política, cultura e a cobertura jornalística das eleições presidenciais 
de 2006. In: GOULART, J. O. (org.). Mídia e democracia. São Paulo: Annablumme. 
SCHUDSON, M. (1977) Discovering the News: A Social History of American Newspapers. New 
York: Basic Books.
SEARLE, J. R. (1997) Die Konstruktion der gesellschaftlichen Wirklichkeit. Zur Ontologie sozialer 
Tatsachen. Hamburg: Rowohlt.
SEIDENGLANZ, R.; SPONHOLZ, L. (2008) Objetividade e credibilidade midiática: considerações 
sobre uma suposta relação. Contemporânea, v. 6, nº 2, p. 1-24. 
SEIXAS, L. (2000) Os atos verbais jornalísticos. Um estudo dos ‘fazeres’ jornalísticos por editorias de 
política. In: IX Compós - Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, 
São Paulo.


SPONHOLZ, Liriam. O que é mesmo um fato? Conceitos e suas conseqüências para o jornalismo. Revista Galáxia
São Paulo, n. 18, p. 56-69, dez. 2009.
69
SIEP, L. (2000) Wahrheit und Wahrhaftigkeit in der Philosophie. Zentralblatt für Chirurgie, nº 125, pp. 926-930.
SIGAL, L. (1973) Reporters and Officials: The Organisation and Politics of Newsmaking. Lexington, 
MA: Heath.
SILVA, M. O. (2006) Verdade e imagem. Jornalismo, linguagem e realidade. São Paulo: Annablume.
SPONHOLZ, L. (2003) Objetividade e a teoria do conhecimento. Revista Famecos, nº 21, pp. 110-120.
___________. (2008) O método do jornalista. Comunicação e Educação. Ano VIII, nº 2, pp. 57-64.
STOCKING, S. H. ; LAMARCA, N. (1990) How Journalists describe their stories: Hypotheses and 
Assumptions in Newsmaking. Journalism Quarterly, vol. 67, nº 2, 295-301.
TUCHMAN, G. (1993) A objectividade como ritual estratégico: uma análise das noções de 
objectividade dos jornalistas. In: TRAQUINA, N. Jornalismo: questões, teorias e “estórias”. Lisboa: 
Vega, pp. 74-90.
WALSH, D. (1943) Fact. The Journal of Philosophy, vol. 40, nº 24, pp. 645-654.
LIRIAM SPONHOLZ é jornalista, mestre em História 
pela UFPR e doutora em Comunicação pela Universidade 
de Leipzig, Alemanha. Leciona atualmente na Universidade 
de Erfurt. 
l_sponholz@hotmail.com.
Artigo recebido em julho
 e aprovado em dezembro de 2009.

Baixar 247.8 Kb.

Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8   9




©historiapt.info 2022
enviar mensagem

    Página principal