2° geração do modernismo brasileiro (Geração de 30: a consolidação do movimento (1930-1945))



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slide vidas secas
Slides aula sobre figuras de linguagem

ANÁLISE DO LIVRO
VIDAS SECAS -
GRACILIANO RAMOS
Aluna:
Yara Pereira Cézar
2° geração do modernismo brasileiro
(Geração de 30: a consolidação do movimento (1930-1945))

  • Essa geração é reconhecida pelo aprofundamento das ideias desenvolvidas na Semana de Arte Moderna e no amadurecimento do Modernismo.
  • Os autores vivem o momento e escrevem sobre o sentimento de participar da sociedade e do mundo, e o existir. Os principais temas que os autores abordavam nessa fase eram: políticos, existenciais, religiosos e angústias do ser humano. Isso tem grande influência do contexto histórico em que vivem: A Segunda Guerra Mundial e o Governo autoritário de Getúlio Vargas.
  • Os principais autores foram Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Jorge de Lima, Murilo Mendes e Vinícius de Moraes. E os principais escritores foram Graciliano Ramos, José Lins do Rego, Raquel de Queirós, Jorge Amado e Érico Veríssimo.
  • As principais características do Modernismo são: experimentação de formas e técnicas; liberdade de criação; frequente engajamento social propondo reflexões sobre a vida humana e o progresso; interesse nas adaptações que o indivíduo sofre no mundo modificado, que se apresenta como um desafio à integridade das personagens nas obras; valorização do cotidiano enquanto material para produção de arte e uso de símbolos para representar as diversas camadas da realidade.

Graciliano Ramos
O autor, Graciliano Ramos (1892-1953), foi um escritor e jornalista brasileiro que fez parte da segunda fase do modernismo, denominada de fase de consolidação (1930-1945). Ele nasceu no município de Alagoas, Quebrângulo, no dia 27 de outubro de 1892. Teve a oportunidade de morar em diversas cidades do nordeste brasileiro.
Em 1904 estudou no Internato em Viçosa, onde publicou no jornal da escola “O Dilúculo” o conto “O Pequeno Pedinte” considerada sua primeira obra.
Em 1914, já com o segundo grau completo, mudou-se para o Rio de Janeiro, trabalhou como revisor de jornais. Casou-se com Maria Augusta Barros, que falecera precocemente, tiveram quatro filhos. Atuou como político, tornando-se prefeito da cidade de Palmeira dos Índios, em 1928, cargo que ocupou até 1930. Casou-se pela segunda vez, com Heloísa Leite de Medeiros, e teve mais quatro filhos. O autor modernista, faleceu no Rio de Janeiro, no dia 20 de março de 1953, a motivação da morte foi um câncer no pulmão.
Graciliano, escreveu romances, contos, crônicas, literatura infanto-juvenil, entre outros. Vidas Secas (1938), um romance regionalista, composto por 13 capítulos, foi considerada uma de suas obras mais reconhecidas na literatura brasileira. O autor usa o romance para denunciar a precariedade da vida dos sertanejos, abordando a realidade da época. Famílias pobres, miseráveis, viviam com fome e sede. O único desejo do povo era apenas ter um teto para morar e um trabalho que desse para sustentar a família.

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