12ª Turma: I sala: 10



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GUERRA NFRIA


REPÚBLICA DE ANGOLA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

COMPLEXO ESCOLAR DR. ANTÓNIO AGOSTINHO NETO



G A B E L A

DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL

GUERRA FRIA

Grupo nº: 3

Classe: 12ª

Turma: I

Sala: 10

Curso: Ciências Económicas e Jurídicas

O Docente: Joaquim Hengue João Lourenço

GABELA 2022

REPÚBLICA DE ANGOLA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

COMPLEXO ESCOLAR DR. ANTÓNIO AGOSTINHO NETO

G A B E L A

DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL

GUERRA FRIA

Elementos do grupo



Nomes

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Índice




Introdução 3

Guerra Fria 4

Início da Guerra Fria (1947) 5

Características 5

Expansão da Guerra Fria 6

OTAN e o Pacto de Varsóvia 6

Disputas na Guerra Fria 7

Muro de Berlim (1961) 7

Crise dos Mísseis (1962) 8

Corrida Espacial 8

Acordos internacionais 8

Conflitos Armados 9

Caça às Bruxas 10

Crise dos Mísseis  (16-28 outubro de 1962) 10

Alemanha na Guerra Fria 10

Consequências da Guerra Fria 10

O Fim da Guerra Fria (1991) 11

Conclusão 12

Referências Bibliográfica 13



Introdução


Parte superior do formulário

A Guerra Fria foi uma luta político-militar entre o socialismo e o capitalismo liderada pela União Soviética e Estados Unidos.

Esta conflagração teve início após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), mais precisamente em 1947, quando o presidente americano Henry Truman faz um discurso no Congresso americano, afirmando que os Estados Unidos poderia intervir em governos não democráticos.

Esta época ficou assim conhecida porque ambos os países nunca se enfrentaram diretamente num conflito bélico.

A Guerra Fria termina com a Queda do Muro de Berlim (1989) e o fim da União Soviética, em 1991. Os Estados Unidos foram os vencedores deste peculiar conflito, pois sua situação econômica era superior à russa.

Guerra Fria

Início da Guerra Fria (1947)

Charge ironizando o mundo dividido entre Estados Unidos e União Soviética

Em 1947, com o objetivo de combater o comunismo e a influência soviética, o presidente americano Harry Truman proferiu um discurso no Congresso americano. Nele, afirmava que os Estados Unidos se posicionariam a favor das nações livres que desejassem resistir às tentativas de dominação externa.

No mesmo ano, o secretário de Estado americano, George Marshall, lançou o Plano Marshall, que propunha a ajuda econômica aos países da Europa Ocidental. Afinal, os partidos de esquerda cresciam devido ao desemprego e a crise generalizada, e os Estados Unidos temiam perdê-los para a URSS.

Como resposta, a União Soviética criou o Kominform, organismo encarregado de conseguir a união dos principais partidos comunistas europeus. Também era sua tarefa afastar da supremacia norte-americana os países sob sua influência, gerando o bloco da “cortina de ferro”.

Além disso, foi criado em 1949, o Comecon, uma espécie de Plano Marshall para os países socialistas.

Características

A Guerra Fria estendeu-se de 1947 a 1991 e algumas características desse período podem ser destacadas.


  • Polarização do mundo: a disputa travada entre americanos e soviéticos resultou em uma forte polarização do mundo que afetava as relações internacionais dessas nações como um todo. Houve uma tentativa de criar um movimento não alinhado em que algumas nações procuravam seguir um caminho independente sem necessariamente se vincular com alguma das duas potências.

  • Corrida armamentista: a procura pela hegemonia internacional fez com que as duas potências investissem bastante no desenvolvimento de novas tecnologias bélicas. Assim, no período, o número de armas nucleares e termonucleares produzidas disparou.

  • Corrida espacial: a corrida espacial foi um dos campos de disputa entre americanos e soviéticos e, ao longo da década de 1960, inúmeras expedições espaciais foram realizadas.

  • Interferência estrangeira: tanto americanos quanto soviéticos interferiram em assuntos internos de diferentes países do planeta. Dois exemplos são a interferência americana na política brasileira na década de 1960 e a interferência militar no Afeganistão na década de 1980.

Expansão da Guerra Fria
Ao fim das negociações entre os vencedores da Segunda Guerra Mundial, a Europa ficou dividida em duas partes. Estas correspondiam ao limite do avanço de tropas soviéticas e americanas durante a guerra.

A parte oriental, ocupada pelos soviéticos, tornou-se área de influência da União Soviética.

Os partidos comunistas locais, apoiados pela URSS, passaram a exercer o poder nesses países. Estabeleceram as chamadas democracias populares na Albânia, Romênia, Bulgária, Hungria, Polônia e Checoslováquia.

Na Europa, somente a Iugoslávia estabeleceu um regime socialista independente da União Soviética.

Por outro lado, aparte ocidental, ocupada principalmente por tropas inglesas e norte-americanas, ficou sob a influência dos Estados Unidos. Nessa área, consolidaram-se democracias liberais, com exceção das ditaduras na Espanha e em Portugal.

As duas superpotências buscavam ampliar suas áreas de influência no mundo, intervindo direta ou indiretamente nos assuntos internos destes países.


OTAN e o Pacto de Varsóvia

A Guerra Fria provocou a formação de duas alianças político-militares:



  • A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN);

  • O Pacto de Varsóvia.

A OTAN, fundada em 1949, era composta inicialmente por Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Dinamarca, Noruega, Finlândia, Portugal e Itália. Mais tarde juntaram-se Alemanha Ocidental, Grécia e Turquia, opondo toda a Europa Ocidental à União Soviética.

Em 1955, em represália, a União Soviética criou o Pacto de Varsóvia, para impedir o avanço capitalista na sua área de influência. No ano de sua fundação faziam parte URSS, Albânia, Alemanha Oriental, Bulgária, Tchecoslováquia, Hungria, Polônia e Romênia.

Os dois pactos tinham em comum o compromisso de mútua proteção entre seus membros, pois entendiam que a agressão a um deles atingiria a todos.

O Pacto de Varsóvia desapareceu entre 1990 e 1991, em consequência do fim dos regimes socialista do Leste europeu. Como consequência, a OTAN perdeu o significado que lhe deu origem.

Disputas na Guerra Fria

No início dos anos 60, a construção do Muro de Berlim, em 1961; e a crise dos mísseis, em 1962, provocaram o aumento das tensões internacionais.


Charge ilustrando Nikita Khrushchev (URSS), à esq., e Jonh Kennedy (EUA) travando uma queda de braço durante a década de 60 para saber qual país era mais forte
Muro de Berlim (1961)

A construção do Muro de Berlim, em 1961, dividiu a cidade de Berlim entre Berlim Ocidental e Berlim Oriental.

O objetivo era impedir a saída de profissionais e trabalhadores qualificados que deixavam a socialista Alemanha Oriental em busca de melhores condições de vida na capitalista Alemanha Ocidental.

Crise dos Mísseis (1962)

Por outra parte, a crise dos mísseis teve origem na pretensão soviética de instalar bases e lançamento de mísseis em Cuba. Se isto se concretizasse, seria uma ameaça constante para os Estados Unidos.

A reação americana se fez imediata, através de um bloqueio naval sobre Cuba, o único país da América que havia adotado o regime socialista. O mundo conteve a respiração, pois nesse momento, as chances de uma terceira guerra mundial eram reais.

As negociações foram tensas, mas os soviéticos desistiram de colocar os mísseis em Cuba. Em troca, os Estados Unidos fez o mesmo nas suas bases na Turquia, seis meses depois.

Corrida Espacial

Outra característica da Guerra Fria foi a Corrida Espacial iniciada no final da década de 50.

Muito dinheiro, tempo e estudo foram investidos pela URSS e pelos EUA para saber quem dominaria a órbita terrestre e o espaço.

Os soviéticos saíram na frente, em 1957, com os satélites Sputnik, mas os americanos os alcançaram e fizeram o primeiro homem caminhar em solo lunar, em 1969.

A corrida espacial não incluía somente o objetivo de levar pessoas ao espaço. Também fazia parte do projeto desenvolver armas de longo alcance, como mísseis intercontinentais e escudos espaciais.



Acordos internacionais


A Guerra Fria despertou um conflito constante e incansável entre duas potências com importante representação para o cenário econômico mundial. Os Estados Unidos buscavam aumentar a sua influência capitalista e, para alcançar seus objetivos, optaram por acordos e alianças com nações consideradas aliadas. 

O primeiro movimento norte-americano foi a criação da Doutrina Truman, uma série de diretrizes estabelecidas pelo presidente Harry Truman com o objetivo de proporcionar intervenções nas áreas que poderiam estar sobre possível influência comunista. Pouco depois, em 1947, o Plano Marshall aprofundou tais ideais e passou a oferecer auxílio econômico para que os países Aliados e demais nações europeias pudessem se reconstruir após a Segunda Guerra Mundial. 

No ano de 1949, a União Soviética decide reagir e cria o Conselho para Assistência Econômica Mútua, conhecido também como COMECON. Pensando em alternativas para frear a influência do Plano Marshall sobre nações socialistas, os soviéticos optaram por um projeto de apoio às relações econômicas entre os países do Leste Europeu. 

Ainda com o objetivo de diminuir a influência das nações socialistas, os Estados Unidos dão mais um passo e, ao lado de países como Canadá, Portugal, Dinamarca, Reino Unido e Itália, assinam o Tratado do Atlântico Norte e criam a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), cujo propósito era criar uma força militar conjunta e evitar o avanço dos ideais socialistas. Em resposta, a União Soviética cria o Pacto de Varsóvia, organização que envolvia os países comunistas com o mesmo propósito e garantia ajuda militar mútua para todas as nações ligadas a Berlim.



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